Carajas o Jornal

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Os Dias Municipais da Diversidade Surda, da Capoeira e do Capoeirista, e a Semana de Prevenção às Drogas foram incluídos no calendário oficial de eventos do município de Parauapebas.

As datas passaram a integrar o calendário de eventos do município na manhã de terça-feira (23), durante a sessão ordinária, em que os vereadores aprovaram os projetos de lei, todos de iniciativa parlamentar, que reconheciam a importância das referidas datas.

Dia Municipal da Diversidade Surda

O Projeto de Lei nº 160/2021, de autoria do vereador Rafael Ribeiro (MDB), propôs o “Dia Municipal da Diversidade Surda”, a ser comemorado anualmente no dia 22 de agosto.

Conforme lembrou o vereador Rafael, no passado os surdos eram considerados incapazes de serem ensinados, por isso eram impossibilitados de frequentar escolas. As pessoas surdas, principalmente as que não possuíam falas oralizadas, eram excluídas da sociedade, sendo proibidas de casar-se e possuir ou herdar bens. Assim, privadas de seus direitos básicos, ficavam com a própria sobrevivência comprometida.

Hoje, a comunidade surda, que integra pessoas com deficiência auditiva, familiares dos surdos, tradutores e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e demais pessoas que trabalham ou socializam com pessoas surdas, apesar de terem tido várias conquistas no âmbito social, ainda precisam de mais inclusão.

“Difundir o máximo de informações para toda a sociedade vai minimizar o preconceito. Portanto, a criação do Dia Municipal da Diversidade Surda é uma oportunidade para relembrar os desafios e as lutas por melhores condições de vida, trabalho, educação, saúde, dignidade e cidadania das pessoas com deficiência auditiva, trazendo para o debate meios necessários para a melhora da qualidade de vida das pessoas surdas”, ressaltou o autor da proposição, vereador Rafael Ribeiro.

Dia Municipal da Capoeira e Capoeirista

Na ocasião, também foi apreciado o Projeto de Lei nº 164/2021, de autoria do vereador Francisco Eloecio (Republicanos), que institui o “Dia Municipal da Capoeira e Capoeirista”, a ser comemorado anualmente no dia 23 de novembro.

Segundo destacou Francisco Eloecio, a capoeira é música, arte, dança, defesa e cultura, reconhecida como um patrimônio cultural imaterial brasileiro, de acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão vinculado ao Ministério da Cultura.

A capoeira surgiu através de afro-brasileiros escravizados, que, mesmo diante das condições de extrema crueldade em que viviam, foram capazes de criar e perpetuar a arte.

“A capoeira é reconhecida como um dos principais cartões de visita da cultura brasileira em todo o mundo. É com bastante honra que, através da minha função de parlamentar, promovo este projeto de lei para enaltecer a capoeira e o capoeirista. Parauapebas tem diversas pessoas que praticam a modalidade e representam nosso município. Portanto, é dever da Casa de Leis promover a valorização da modalidade”, alegou o vereador.

Semana de Prevenção às Drogas

Por fim, o parlamento municipal apreciou e aprovou o Projeto de Lei nº 166/2021, de autoria do vereador Israel Miquinha (PT), que inclui no calendário oficial do município a “Semana de Prevenção às Drogas”, a ser comemorada, anualmente, do dia 19 ao dia 26 de junho.

Israel Miquinha explicou que a cada ano, no mês de junho, o Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (Unodc) prepara uma campanha internacional de prevenção às drogas para marcar o dia 26 de junho, Dia Internacional contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas. Na ocasião, é lançado simultaneamente em vários países o Relatório Mundial de Drogas, com as mais recentes informações sobre consumo, produção e tráfico de drogas.



Para o legislador, uma das formas mais importantes de prevenir o uso de drogas é a informação. “É preciso propagar os riscos do abuso dessas substâncias, já que o uso leva as pessoas a perderem o controle de seus atos. Considerando que o uso das drogas tem sido um problema mundial que precisa ser discutido nacional e internacionalmente, a Semana de Prevenção às Drogas é elemento que destaca o tema para sensibilizar a sociedade e trazer o problema à tona”, ressaltou o vereador Miquinha.



Para o parlamentar, é apropriado criar no calendário uma semana com o objetivo de provocar a discussão do tema e fomentar atividades relacionadas ao combate ao uso de entorpecentes.

Miquinha ainda revelou que nunca o tráfico de drogas foi tão aparente e violento no município. “Diariamente nos deparamos com a morte violenta de jovens que se envolvem com facções criminosas, sempre motivados pelo tráfico e pelo consumo de drogas, o que torna necessária uma ação rápida e eficaz dos entes públicos para acabar com essa tragédia que assola a nossa população”, finalizou o parlamentar.

Texto: Josiane Quintino / Revisão: Waldyr Silva/ Fotos: Felipe Borges (AscomLeg 2021)

A transportadora acaba de entregar a sua televisão de 32 polegadas LCD e o home theater que você comprou pela internet já faz alguns dias. Ao atender o interfone, o porteiro informa que os rapazes estão subindo e precisam que você assine os papéis da entrega. Depois de resolver tudo e tentar encaixar as duas caixas gigantescas no seu elevador, é hora de tirar seus brinquedinhos novos da caixa e instalá-los. Agora eles já fazem parte da sua incrível coleção de eletrônicos formada pelo notebook, netbook, DVD, câmera digital, mp3 player, smartphone e uma série de outros aparelhos dos mais variados usos.

Com tantos dispositivos em casa, é de se pensar que algum dia eles poderiam convergir em uma rede superinterativa de aparelhos, não é? Isso já não é mais uma possibilidade tão remota. Graças a pesquisas de cientistas norte-americanos, a tecnologia do DLNA – ou seja, Digital Living Network Alliance – já é algo bastante plausível para fazer com que o mundo conheça uma nova forma de interação e compatibilidade entre dispositivos eletrônicos. Um exemplo bastante claro dessas possibilidades está na utilização da rede wireless da sua casa ou escritório para fazer com que tudo “converse”.

Sua vida interligada



Imagine a seguinte situação: você tem uma coleção de vídeos das suas viagens no seu computador e quer exibi-los na televisão novinha em folha que foi comprada há pouco. Em qualquer outra ocasião em que não houvesse o DLNA você teria as seguintes opções: levar o seu gabinete até a sala de estar e conectar a televisão direto na placa de vídeo ou gravar DVDs e reproduzi-los no seu aparelho. Com a tecnologia da compatibilidade entre os dispositivos, você irá acessar o seu computador pela rede sem fio a partir da televisão e escolher o vídeo que quer assistir.

A mesma coisa funcionaria para as fotografias na sua câmera, as músicas no seu mp3 player e outros recursos audiovisuais contidos nesses aparelhos. Agora já imaginou transferir aquelas fotos que foram tiradas no seu celular no caminho de volta para casa? Você não precisa mais ter um cabo ou então aparelhos que suportem o Bluetooth para fazer essa transferência. Os celulares compatíveis com o “Viver Digital” já podem enviar as suas fotos direto para a impressora, sem precisar de cerimônias.

O grande atrativo dessa rede sem fio de aparelhos digitais é a multiplicidade de coisas que se pode fazer com tudo isso. Ao pensar no futuro, uma das primeiras empresas a integrar seus produtos com esta nova tecnologia foi a Sony, que já vem integrando esta tecnologia nos seus eletrônicos. como o Playstation 3, PSP Go! e a linha de televisores Bravia. E mais de 200 outras empresas já estão em fase de implantação e distribuição de produtos com estas características de superconectividade. Até agora, grandes marcas como a Nokia, Cisco, Panasonic, Phillips, Intel, Samsung, Toshiba, LG e a própria Microsoft já aderiram à “Vida Digital”.

O que está lá, está aqui também!

Um exemplo bastante claro desta integração toda já acontece com quem possui um Playstation 3 conectado à rede wireless. Ao iniciar o vídeo game e fazer o login, experimente correr o menu até as opções de mídia. O seu PS3 irá detectar “servidores” de vídeo, fotos e músicas, caso existam vários computadores conectados à rede sem fio e que tenham esses potenciais de várias mídias. Ao selecionar um deles, você tem acesso às pastas em que estes arquivos estão. Basta escolher quais deles você quer executar. Isso permite que você assista aos seus vídeos favoritos direto no seu Playstation sem precisar inserir qualquer tipo de disco no drive do vídeo game. Fonte: google/Mundo

A transportadora acaba de entregar a sua televisão de 32 polegadas LCD e o home theater que você comprou pela internet já faz alguns dias. Ao atender o interfone, o porteiro informa que os rapazes estão subindo e precisam que você assine os papéis da entrega. Depois de resolver tudo e tentar encaixar as duas caixas gigantescas no seu elevador, é hora de tirar seus brinquedinhos novos da caixa e instalá-los. Agora eles já fazem parte da sua incrível coleção de eletrônicos formada pelo notebook, netbook, DVD, câmera digital, mp3 player, smartphone e uma série de outros aparelhos dos mais variados usos.

Com tantos dispositivos em casa, é de se pensar que algum dia eles poderiam convergir em uma rede superinterativa de aparelhos, não é? Isso já não é mais uma possibilidade tão remota. Graças a pesquisas de cientistas norte-americanos, a tecnologia do DLNA – ou seja, Digital Living Network Alliance – já é algo bastante plausível para fazer com que o mundo conheça uma nova forma de interação e compatibilidade entre dispositivos eletrônicos. Um exemplo bastante claro dessas possibilidades está na utilização da rede wireless da sua casa ou escritório para fazer com que tudo “converse”.

Sua vida interligada



Imagine a seguinte situação: você tem uma coleção de vídeos das suas viagens no seu computador e quer exibi-los na televisão novinha em folha que foi comprada há pouco. Em qualquer outra ocasião em que não houvesse o DLNA você teria as seguintes opções: levar o seu gabinete até a sala de estar e conectar a televisão direto na placa de vídeo ou gravar DVDs e reproduzi-los no seu aparelho. Com a tecnologia da compatibilidade entre os dispositivos, você irá acessar o seu computador pela rede sem fio a partir da televisão e escolher o vídeo que quer assistir.

A mesma coisa funcionaria para as fotografias na sua câmera, as músicas no seu mp3 player e outros recursos audiovisuais contidos nesses aparelhos. Agora já imaginou transferir aquelas fotos que foram tiradas no seu celular no caminho de volta para casa? Você não precisa mais ter um cabo ou então aparelhos que suportem o Bluetooth para fazer essa transferência. Os celulares compatíveis com o “Viver Digital” já podem enviar as suas fotos direto para a impressora, sem precisar de cerimônias.

O grande atrativo dessa rede sem fio de aparelhos digitais é a multiplicidade de coisas que se pode fazer com tudo isso. Ao pensar no futuro, uma das primeiras empresas a integrar seus produtos com esta nova tecnologia foi a Sony, que já vem integrando esta tecnologia nos seus eletrônicos. como o Playstation 3, PSP Go! e a linha de televisores Bravia. E mais de 200 outras empresas já estão em fase de implantação e distribuição de produtos com estas características de superconectividade. Até agora, grandes marcas como a Nokia, Cisco, Panasonic, Phillips, Intel, Samsung, Toshiba, LG e a própria Microsoft já aderiram à “Vida Digital”.

O que está lá, está aqui também!

Um exemplo bastante claro desta integração toda já acontece com quem possui um Playstation 3 conectado à rede wireless. Ao iniciar o vídeo game e fazer o login, experimente correr o menu até as opções de mídia. O seu PS3 irá detectar “servidores” de vídeo, fotos e músicas, caso existam vários computadores conectados à rede sem fio e que tenham esses potenciais de várias mídias. Ao selecionar um deles, você tem acesso às pastas em que estes arquivos estão. Basta escolher quais deles você quer executar. Isso permite que você assista aos seus vídeos favoritos direto no seu Playstation sem precisar inserir qualquer tipo de disco no drive do vídeo game. Fonte: google/Mundo

Com o intuito de reduzir a burocracia para quem precisa subir a Serra dos Carajás, localizada na Floresta Nacional de Carajás (Flonaca), o vereador Ivanaldo Braz (PDT) propôs, por meio da Indicação nº 727/2021, à Prefeitura de Parauapebas e à mineradora Vale que celebrem convênio para criar um aplicativo para emissão de autorização de acesso ao referido local.

Na proposição, o vereador explica que, atualmente, o acesso à Serra dos Carajás funciona da seguinte maneira: as pessoas que utilizam a infraestrutura do núcleo urbano devem se dirigir à portaria da Flonaca para solicitar autorização expressa, expedida diariamente pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), por meio de convênio com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Já as pessoas contratadas pela Vale (incluindo as terceirizadas) ou ICMBio, que necessitam de autorização expressa para entrada, devem procurar pelo órgão gestor da unidade ou pela própria mineradora, para obter autorização expedida com data de início e término.

A ideia é que o aplicativo proporcione agilidade no processo de autorização para que visitantes e funcionários acessem a Serra dos Carajás sem burocracia e filas, seja para ir ao núcleo urbano, aeroporto, parque zoobotânico, hospital e afins.

O usuário solicitaria o acesso de qualquer lugar, hora do dia e em qualquer dia da semana, inclusive nos feriados, bem como teria informações de acesso e horários de funcionamento. A medida traria segurança, do ponto de vista sanitário. O aplicativo poderia ter recurso de validação sobre a confirmação da pessoa solicitante, tal como já ocorre com os aplicativos federais. Ao subir, o indivíduo mostraria a sua autorização pela tela do aplicativo, por meio do seu smartphone”, explicou Ivanaldo Braz.

A Indicação nº 727/2021 foi aprovada na sessão da Câmara Municipal de Parauapebas de terça-feira (23) e enviada para análise do prefeito Darci Lermen e do presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo.

Texto: Nayara Cristina / Revisão: Waldyr Silva / Fotos: Felipe Borges (Ascomleg 2021)

Manifestantes do Movimento Sem Terra (MST) continuam interditando desde as 6h desta segunda-feira (29) o trecho da BR-155, em Marabá, no sudeste do Pará. Eles protestam contra a decisão judicial que determinou a desapropriação imediata de fazendas que estão ocupadas por 150 famílias acampadas do grupo na região. Os sem terra dizem ainda que continuarão o bloqueio por tempo indeterminado, até a Justiça reconsiderar sua decisão.

 

Cerca de 800 manifestantes do MST bloqueiam o trecho que liga os municípios Eldorado de Carajás e Marabá. Eles atearam fogo em pneus para o bloqueio do tráfego. Segundo a Policia Rodoviária Federal (PRF), um congestionamento de  chegou a10 quilômetros se formou nos dois sentidos da pista por causa da interdição. Ainda segundo a PRF, o congestionamento aumentou no fim da tarde.

Os trabalhadores rurais protestam contra a decisão judicial que pede a reintegração de posse imediata de 20 fazendas da região até o dia 18 de dezembro. Dentro dessas fazendas há três acampamentos do MST. Fonte: G1/PA

O Novo Tempo é um dos dez bairros contemplados pelo projeto e receberá infraestrutura completa

 

O projeto de obras múltiplas que prevê a revitalização do Igarapé Lajeado avança em seu cronograma. É grande o impacto visual causado pelas escavações, terraplanagem e outros serviços realizados por máquinas e profissionais que trabalham nos bairros da primeira etapa de obras.

 

A parceria da comunidade tem sido fundamental para o desenvolvimento dos serviços. “Nós moramos em uma área que não é fácil trabalhar a infraestrutura dela. Agora chegou o nosso momento, estamos com uma expectativa muito boa”, afirma o aposentado Augusto Ferreira, que mora no Novo Tempo há 14 anos. Segundo ele, o bairro nunca foi asfaltado e a comunidade sempre sofreu em período chuvoso.

O Novo Tempo é um dos contemplados nessa primeira etapa do Lajeado e receberá atenção especial: “será um bairro modelo, nele serão executadas as redes de água e de esgoto, serviços de drenagem e macrodrenagem, que significam o alargamento do canal do Igarapé Lajeado. Estamos terminando a drenagem da rede de água para poder começar a terraplanagem e depois iniciarmos a pavimentação”, explica Ruan Benevides, engenheiro que atua no projeto.

De acordo com a engenheira civil responsável pelo projeto, Rosiane Oliveira, além Novo Tempo, têm frentes de serviços também nos bairros Tropical e Ipiranga atuando com esgotamento sanitário. “A gente tem recebido muito o apoio da comunidade, que já estava ansiosa por essas melhorias no saneamento”, acrescenta Rosiane sobre a boa relação da comunidade com a obra.

1ª Etapa do Lajeado

O Lajeado faz parte do Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap). Ele está dividido em duas etapas, a primeira tem duração de 18 meses, foi iniciada em junho de 2021 e contemplará obras de esgotamento sanitário, micro e macrodrenagem, viárias e urbanísticas.

O projeto é desenvolvido com recursos próprios do município. Ao final de todas as suas execuções e etapas, o projeto beneficiará cerca de 90 mil pessoas. Mais informações sobre o Lajeado estão disponíveis no site do Prosap (clique aqui).

Parque Urbano do Lajeado

Quem passa pela PA-160, nas proximidades do bairro Novo Tempo, já visualiza o avanço também das obras do Parque Urbano do Lajeado. Em área de 28 mil metros quadrados, o parque oferecerá estruturas diversas para o lazer da população. Duas quadras poliesportivas, quiosques e áreas administrativas do parque estão em ritmo acelerado de obra.

Texto: Karine Gomes

Fotos: Elienai Araújo

O Novo Tempo é um dos dez bairros contemplados pelo projeto e receberá infraestrutura completa

 

O projeto de obras múltiplas que prevê a revitalização do Igarapé Lajeado avança em seu cronograma. É grande o impacto visual causado pelas escavações, terraplanagem e outros serviços realizados por máquinas e profissionais que trabalham nos bairros da primeira etapa de obras.

 

A parceria da comunidade tem sido fundamental para o desenvolvimento dos serviços. “Nós moramos em uma área que não é fácil trabalhar a infraestrutura dela. Agora chegou o nosso momento, estamos com uma expectativa muito boa”, afirma o aposentado Augusto Ferreira, que mora no Novo Tempo há 14 anos. Segundo ele, o bairro nunca foi asfaltado e a comunidade sempre sofreu em período chuvoso.

O Novo Tempo é um dos contemplados nessa primeira etapa do Lajeado e receberá atenção especial: “será um bairro modelo, nele serão executadas as redes de água e de esgoto, serviços de drenagem e macrodrenagem, que significam o alargamento do canal do Igarapé Lajeado. Estamos terminando a drenagem da rede de água para poder começar a terraplanagem e depois iniciarmos a pavimentação”, explica Ruan Benevides, engenheiro que atua no projeto.

De acordo com a engenheira civil responsável pelo projeto, Rosiane Oliveira, além Novo Tempo, têm frentes de serviços também nos bairros Tropical e Ipiranga atuando com esgotamento sanitário. “A gente tem recebido muito o apoio da comunidade, que já estava ansiosa por essas melhorias no saneamento”, acrescenta Rosiane sobre a boa relação da comunidade com a obra.

1ª Etapa do Lajeado

O Lajeado faz parte do Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap). Ele está dividido em duas etapas, a primeira tem duração de 18 meses, foi iniciada em junho de 2021 e contemplará obras de esgotamento sanitário, micro e macrodrenagem, viárias e urbanísticas.

O projeto é desenvolvido com recursos próprios do município. Ao final de todas as suas execuções e etapas, o projeto beneficiará cerca de 90 mil pessoas. Mais informações sobre o Lajeado estão disponíveis no site do Prosap (clique aqui).

Parque Urbano do Lajeado

Quem passa pela PA-160, nas proximidades do bairro Novo Tempo, já visualiza o avanço também das obras do Parque Urbano do Lajeado. Em área de 28 mil metros quadrados, o parque oferecerá estruturas diversas para o lazer da população. Duas quadras poliesportivas, quiosques e áreas administrativas do parque estão em ritmo acelerado de obra.

Texto: Karine Gomes

Fotos: Elienai Araújo

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O projeto de obras múltiplas que prevê a revitalização do Igarapé Lajeado avança em seu cronograma. É grande o impacto visual causado pelas escavações, terraplanagem e outros serviços realizados por máquinas e profissionais que trabalham nos bairros da primeira etapa de obras.

 

A parceria da comunidade tem sido fundamental para o desenvolvimento dos serviços. “Nós moramos em uma área que não é fácil trabalhar a infraestrutura dela. Agora chegou o nosso momento, estamos com uma expectativa muito boa”, afirma o aposentado Augusto Ferreira, que mora no Novo Tempo há 14 anos. Segundo ele, o bairro nunca foi asfaltado e a comunidade sempre sofreu em período chuvoso.

O Novo Tempo é um dos contemplados nessa primeira etapa do Lajeado e receberá atenção especial: “será um bairro modelo, nele serão executadas as redes de água e de esgoto, serviços de drenagem e macrodrenagem, que significam o alargamento do canal do Igarapé Lajeado. Estamos terminando a drenagem da rede de água para poder começar a terraplanagem e depois iniciarmos a pavimentação”, explica Ruan Benevides, engenheiro que atua no projeto.

De acordo com a engenheira civil responsável pelo projeto, Rosiane Oliveira, além Novo Tempo, têm frentes de serviços também nos bairros Tropical e Ipiranga atuando com esgotamento sanitário. “A gente tem recebido muito o apoio da comunidade, que já estava ansiosa por essas melhorias no saneamento”, acrescenta Rosiane sobre a boa relação da comunidade com a obra.

1ª Etapa do Lajeado

O Lajeado faz parte do Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap). Ele está dividido em duas etapas, a primeira tem duração de 18 meses, foi iniciada em junho de 2021 e contemplará obras de esgotamento sanitário, micro e macrodrenagem, viárias e urbanísticas.

O projeto é desenvolvido com recursos próprios do município. Ao final de todas as suas execuções e etapas, o projeto beneficiará cerca de 90 mil pessoas. Mais informações sobre o Lajeado estão disponíveis no site do Prosap (clique aqui).

Parque Urbano do Lajeado

Quem passa pela PA-160, nas proximidades do bairro Novo Tempo, já visualiza o avanço também das obras do Parque Urbano do Lajeado. Em área de 28 mil metros quadrados, o parque oferecerá estruturas diversas para o lazer da população. Duas quadras poliesportivas, quiosques e áreas administrativas do parque estão em ritmo acelerado de obra.

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A parceria da comunidade tem sido fundamental para o desenvolvimento dos serviços. “Nós moramos em uma área que não é fácil trabalhar a infraestrutura dela. Agora chegou o nosso momento, estamos com uma expectativa muito boa”, afirma o aposentado Augusto Ferreira, que mora no Novo Tempo há 14 anos. Segundo ele, o bairro nunca foi asfaltado e a comunidade sempre sofreu em período chuvoso.

O Novo Tempo é um dos contemplados nessa primeira etapa do Lajeado e receberá atenção especial: “será um bairro modelo, nele serão executadas as redes de água e de esgoto, serviços de drenagem e macrodrenagem, que significam o alargamento do canal do Igarapé Lajeado. Estamos terminando a drenagem da rede de água para poder começar a terraplanagem e depois iniciarmos a pavimentação”, explica Ruan Benevides, engenheiro que atua no projeto.

De acordo com a engenheira civil responsável pelo projeto, Rosiane Oliveira, além Novo Tempo, têm frentes de serviços também nos bairros Tropical e Ipiranga atuando com esgotamento sanitário. “A gente tem recebido muito o apoio da comunidade, que já estava ansiosa por essas melhorias no saneamento”, acrescenta Rosiane sobre a boa relação da comunidade com a obra.

1ª Etapa do Lajeado

O Lajeado faz parte do Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap). Ele está dividido em duas etapas, a primeira tem duração de 18 meses, foi iniciada em junho de 2021 e contemplará obras de esgotamento sanitário, micro e macrodrenagem, viárias e urbanísticas.

O projeto é desenvolvido com recursos próprios do município. Ao final de todas as suas execuções e etapas, o projeto beneficiará cerca de 90 mil pessoas. Mais informações sobre o Lajeado estão disponíveis no site do Prosap (clique aqui).

Parque Urbano do Lajeado

Quem passa pela PA-160, nas proximidades do bairro Novo Tempo, já visualiza o avanço também das obras do Parque Urbano do Lajeado. Em área de 28 mil metros quadrados, o parque oferecerá estruturas diversas para o lazer da população. Duas quadras poliesportivas, quiosques e áreas administrativas do parque estão em ritmo acelerado de obra.

Texto: Karine Gomes

Fotos: Elienai Araújo

Pesquisadores de todo mundo, em especial os da África do Sul, estão correndo para entender melhor como age a nova cepa (B.1.1.529) do coronavírus, batizada de ômicron, e notificada como “variante de preocupação”. Uma prioridade máxima é segui-la mais de perto à medida que se espalha. Ela foi identificada pela primeira vez em Botsuana no início deste mês e os cientistas estão tentando entender as suas características, se ela pode evitar respostas imunes das vacinas e se pode causar covid-19 de forma mais ou menos grave do que as outras cepas.

“Há muita coisa que não entendemos sobre essa variante”, diz o médico de doenças infecciosas da Universidade de KwaZulu-Natal Richard Lessells em Durban, África do Sul, em uma coletiva de imprensa organizada pelo departamento de Saúde do país na quinta-feira (25). “O perfil de mutação nos preocupa, mas agora precisamos trabalhar para entender o significado dessa variante e o que ela significa para a resposta à pandemia”, relata a revista Nature.

Os cientistas detectaram a B.1.1.529 em dados de sequenciamento de genomas de Botsuana e a variante se destacou por conter mais de 30 alterações na proteína spike — a proteína do SARS-CoV-2 que reconhece as células hospedeiras e é o principal alvo das respostas imunes do corpo. Muitas das mudanças foram encontradas em variantes como a delta e a alfa e estão ligadas à maior possibilidade de infecção e à capacidade de escapar de anticorpos bloqueadores de infecções.

A ômicron na África do Sul

O alarme entre os pesquisadores foi disparado por conta do aumento acentuado nos casos da variante ômicron na província de Gauteng, na África do Sul, que abriga Joanesburgo. Os casos aumentaram rapidamente na província em novembro, particularmente nas escolas e entre os jovens, segundo Lessells.

O sequenciamento do genoma e outras análises genéticas de uma equipe liderada pelo pesquisador brasileiro da Universidade de KwaZulu-Natal Tulio de Oliveira revelaram que a variante B.1.1.529 foi responsável por todas as 77 amostras do vírus analisadas de Gauteng coletadas entre 12 e 20 de novembro. A análise de centenas de amostras está em andamento.

Evidências preliminares desses testes sugerem que a variante ômicron se espalhou consideravelmente além de Gauteng. “Isso nos traz a preocupação de que essa variante já possa estar circulando bastante no país”, aponta Lessells.

Resposta às vacinas

Pesquisadores da África do Sul mobilizaram esforços para estudar rapidamente a variante beta, identificada no final de 2020, e um esforço semelhante está sendo feito para investigar a B.1.1.529. Eles planejam testar a capacidade do vírus de escapar de anticorpos bloqueadores de infecções, bem como de outras respostas imunológicas.

O virologista da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo, África do Sul, Penny Moore, cujo laboratório está medindo o potencial da variante de evitar a imunidade desencadeada pelas vacinas e infecções anteriores, aponta que contaminações foram relatadas na África do Sul entre pessoas que receberam qualquer um dos três tipos de vacinas em uso no país, da Johnson & Johnson, Pfizer-BioNTech e Oxford-AstraZeneca. Dois viajantes em quarentena em Hong Kong que testaram positivo para a nova variante foram vacinados com a Pfizer. Um indivíduo tinha viajado da África do Sul e o outro foi infectado durante a quarentena do hotel.

A equipe de Moore também vai avaliar se a B.1.1.529 causa covid-19 de forma mais ou menos grave do que a produzida por outras variantes, disse Lessells. “A questão chave vem em torno da gravidade da doença”, diz o cientista.

Também não é possível dizer ainda se variante é mais transmissível do que a delta, diz Moore, porque atualmente há um número baixo de casos de covid-19 na África do Sul. A pesquisadora Aris Katzourakis, que estuda a evolução do vírus na Universidade de Oxford, no Reino Unido, ressalta que países onde a delta é altamente prevalente devem estar atentos a sinais da presença da B.1.1.529. “Precisamos ver o que esse vírus faz em termos de sucesso competitivo e se ele aumentará a prevalência”, explica. (Fonte: Rede Brasil)

 

Sul e Sudeste do Pará

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