Carajas o Jornal

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A confiança do consumidor recuou 1,4 ponto em janeiro e atingiu 74,1 pontos. Nas médias móveis trimestrais, a retração é de 0,7 ponto, para 74,8 pontos, após ter se mantido relativamente estável no mês anterior. Esses são dados do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) divulgado hoje (25) dentro da publicação da Sondagem do Consumidor.

Para os pesquisadores, a piora das expectativas para os próximos meses, ao mesmo tempo em que a avaliação sobre a situação atual se acomodou depois de recuar em dois meses seguidos, contribuiu para a diminuição da confiança em janeiro. Enquanto o Índice de Situação Atual (ISA) teve alta de 0,5 ponto, passando para 66,1 pontos, o Índice de Expectativas (IE) caiu 2,7 pontos, chegando a 80,7 pontos.

A coordenadora das Sondagens, Viviane Seda Bittencourt, observou que a confiança dos consumidores começa o ano em queda, influenciada pelo aumento do pessimismo em relação aos próximos meses. No entanto, na visão de Viviane, a retomada do auxílio emergencial e uma percepção mais favorável sobre o mercado de trabalho parecem ter contribuído para a redução da distância entre a confiança dos consumidores de alta e baixa renda. A coordenadora alerta que ainda há incertezas que podem influenciar o comportamento do consumidor, que depende também da evolução do mercado de trabalho.

“A piora das expectativas com relação à situação econômica geral e às finanças familiares, no entanto, sugerem que a relativa satisfação com a situação corrente em janeiro pode ser temporária, havendo ainda muita incerteza quanto à evolução do endividamento das famílias de baixa renda. A mudança desse cenário continuará dependendo da recuperação do mercado de trabalho, controle da inflação, e redução da incerteza, num ano que se inicia com surto de Ômicron e Influenza e termina com as eleições”, disse.

A relativa estabilidade das avaliações dos consumidores sobre a situação atual retrata a alta de 0,8 ponto no indicador que mede a satisfação sobre as finanças pessoais, alcançando 60 pontos, após dois meses de quedas consecutivas. Já o indicador que mede as percepções sobre a situação econômica atual variaram 0,2 ponto para 73 pontos. Apesar disso, a FGV destacou que os dois se mantêm em patamar muito baixo em termos históricos.

Para os próximos meses, o indicador que mais influenciou o índice foi o que mede as expectativas sobre a situação econômica referente aos períodos que ainda vem. O indicador recuou 4,5 pontos, para 99,6 pontos, ficando abaixo do patamar de neutralidade, depois de três meses de recuperação. Outro recuo foi notado no que mede as perspectivas sobre a situação financeira familiar. A retração ficou em 0,9 ponto passando para 84,6 pontos. O ímpeto de compras para os próximos meses permaneceu em queda pelo quinto mês consecutivo. Com a queda de 2,5 pontos para 60,3 pontos, o indicador chegou ao menor valor desde maio de 2021.

Renda

A avaliação por faixa de renda mostrou melhora da confiança para os consumidores de menor poder aquisitivo (até R$ 4.800), mas um movimento contrário nas famílias com renda acima de R$ 4.800. O destaque ficou com as famílias de renda acima de R$ 9.600, cujo ICC caiu 3,6 pontos. No entanto, nas famílias de mais baixa renda (renda até R$ 2.100), a expansão alcançou 5,4 pontos no ICC. Segundo a FGV, este “é o segundo movimento positivo após 5 meses consecutivos de queda, recuperando em janeiro 50% da redução observada entre junho e outubro de 2021”.

Cerimónia de lançamento foi realizada no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas, e contou com os 12 representantes dos clubes participantes. Na ocasião, o contrato foi assinado por cada um.

Apesar de faltar pouco para a bola rolar nos gramados dos estádios do Pará, já foi dada a largada para o Campeonato Paraense de 2022! Na noite desta segunda-feira (24), foi realizado um evento no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas, que contou com a presença dos representantes de cada um dos 12 clubes participantes, jornalistas e convidados.

 

 

Na cerimónia, os cartolas assinaram o documento de contrato da competição. Por mais um ano, o Parazão vai ser patrocinado pelo Governo do Estado e pelo Banpará. Pelo terceiro ano seguido, o torneio terá o mesmo formato. Ou seja, a primeira fase terá três grupos com quatro equipes. Na segunda fase, oito clubes vão disputar as quartas de final, onde disputarão quatro vagas nas semifinais e, posteriormente, duas vagas na grande final da competição, que acontecerá em abril. 

 

O Campeonato Paraense de 2022 começa na próxima quarta-feira (26) com o duelo entre Itupiranga e Caeté, às 18h, no Estádio Navegantão, em Tucuruí. Logo depois, às 20h, Águia de Marabá e Tuna Luso se encaram no Rosenão, em Parauapebas. Para fechar a noite, às 21h30, o Paysandu recebe o Bragantino no Estádio da Curuzu. 

 

A primeira rodada será finalizada na quinta-feira (27). Às 15h30, Castanhal e Paragominas se enfrentam no Estádio Maximino Porpino, o Modelão, enquanto que Remo e Amazônia Independente se encontram às 21h30, no Estádio Baenão. O duelo entre Tapajós e Independente será disputado apenas no dia 2 de fevereiro por conta da indefinição do local da partida.

Autor: Kaio Rodrigues

foto: Magno Fernandes/DOL)

As chuvas das primeiras semanas de 2022 em Minas Gerais têm colocado a mineração em alerta, ao mesmo tempo em que moradores de áreas próximas às minas e às barragens voltam a temer a repetição de tragédias como a de Brumadinho (MG). O episódio que tirou a vida de 270 pessoas completa exatos três anos nesta terça-feira (25).

De lá para cá, o setor e o poder público anunciaram medidas que prometiam trazer maior segurança à população. No entanto, um dossiê divulgado na semana passada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) mostra que o cenário atual segue oferecendo preocupações. Constatou-se que 18 das 31 estruturas de mineração em situação de emergência no estado precisam de medidas emergenciais.

O relatório é fruto de uma parceria com a Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), órgão ambiental vinculado ao governo mineiro. Foram reunidas informações como a pluviosidade média que incidiu em cada barragem, a existência ou não de plano para o período chuvoso, a avaliação da performance do sistema de drenagem, as referências a anomalias e patologias registradas, além de ações planejadas de manutenção e monitoramento.

O levantamento, considerado preventivo, foi anunciado como uma resposta aos últimos acontecimentos em meio às chuvas torrenciais. Em algumas localidades, foram registrados mais de 200 milímetros em apenas dois dias.

Segundo o MPMG, as mineradoras tiveram um prazo de cinco dias para apresentar documentos e prestar esclarecimentos. Expostas ao alto volume pluviométrico, as 18 estruturas precisarão de algum tipo de intervenção específica para prevenir novas intercorrências.

No dia 8 de janeiro, um dique da mina de Pau Branco, pertencente à mineradora francesa Vallourec, transbordou em Nova Lima (MG). Não houve ruptura da estrutura e nem mortes, mas a rodovia federal BR-040 foi atingida e ficou interditada por quase dois dias. A Vallourec recebeu do governo de Minas Gerais uma multa de R$ 288 milhões.

Um dia depois, o susto foi em Pará de Minas (MG). A população do entorno da represa da Usina Hidrelétrica do Carioca foi orientada a deixar suas casas às pressas diante do risco de rompimento, embora a estrutura da companhia têxtil Santanense não se seja uma barragem de mineração e sim de água.

Em Congonhas (MG), a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) justificou a suspensão dos trabalhos no domingo (9) pelo aumento do volume de chuva. Uma decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou há duas semanas o envio de fiscais da Defesa Civil para averiguar a situação, próxima à barragem Casa de Pedra.

A mineradora assegura que os deslizamentos são na área externa de barragem e que está trabalhando para conter o problema. A CSN também elevou, no dia 11 de janeiro, o alerta para a barragem B2 da Mina de Fernandinho, em Rio Acima (MG).

Já no dia 13 de janeiro, a Vale comunicou a alteração das condições de segurança em duas estruturas: a barragem Área IX, da Mina da Fábrica em Ouro Preto (MG), e o Dique Elefante, da Mina Água Limpa no Rio Piracicaba (MG).

"A companhia já iniciou estudos e ações corretivas em ambos os casos. Não há a ocupação permanente de pessoas nas zonas de autossalvamento correspondentes", informou a mineradora na ocasião.

Diante da força das chuvas, as operações em diversas minas foram suspensas. O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que representa as maiores empresas do setor, emitiu uma nota dizendo que o setor age com cautela diante dos fenômenos naturais e que as paralisações eram medidas temporárias de precaução para minimizar riscos.

"Se esta intensidade de chuvas perdurar por um curto período, o Ibram estima que não haverá reflexos na variação do preço dos minérios e na oferta. Todas as estruturas que compõem as empresas – como barragens de rejeitos – estão sendo monitoradas 24h ao dia e a qualquer sinal de anormalidade as autoridades são imediatamente comunicadas e medidas de emergência, como alertas, são tomadas imediatamente", informou a entidade.

Projeto

Para o engenheiro Marcos Massao Futai, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), vazamentos ou rompimentos podem indicar problemas de projeto. "Se ele for bem feito, com premissas bem estabelecidas, isso não era pra acontecer", avalia.

Ele explica que uma fase dos estudos envolve o levantamento hidrológico. "Há um estudo estatístico que leva em conta o período de recorrência, que é uma premissa do projeto. Para barragens muito importantes, esse estudo é feito para uma chuva decamilenar. Ou seja, qual é a maior chuva que poderia acontecer em dez mil anos? Aquela barragem vai ser projetada para suportar isso", diz.

Depois da tragédia de Brumadinho, o descomissionamento de barragens que utilizam o método de alteamento a montante se tornou obrigatório no país. A Lei Estadual 23.291/2019, que tornou a medida obrigatória, fixou um prazo de três anos, que se completará no próximo mês.

Em âmbito nacional, a Agência Nacional de Mineração (ANM) editou uma resolução com determinação similar mas estabeleceu outras datas: agosto de 2021 para estruturas inativas e agosto de 2023 para aquelas que ainda estavam em operação.

Em todo caso, nem o prazo mais alargado deve ser cumprido. Até agora, menos de 20% das estruturas alteadas a montante no estado tiveram seu processo concluído. Após a rompimento da sua barragem em Brumadinho, a Vale anunciou o descomissionamento de nove estruturas.

Com base nas determinações legais fixadas posteriormente, ela passou a listar 30. Apenas sete delas já estão com o processo concluído. A última, que teve a finalização anunciada em novembro do ano passado, foi o Dique 5, em Itabira (MG).

Diante dos riscos associados às barragens alteadas a montante, o descomissionamento muitas vezes passou a ser acompanhado por uma medida emergencial: a construção de muros de contenção, que atuariam como uma barreira para bloquear a passagem de uma onda de rejeitos. Essas obras costumam ser pactuadas entre mineradora e poder público nos casos mais críticos, quando há alto risco de rompimento.

Em meio ao alto volume pluviométrico, no entanto, consequências indesejadas foram relatadas por moradores da comunidade de Macacos, em Nova Lima, onde foi erguida uma dessas estruturas com cerca de 40 metros de altura para frear o impacto de uma eventual ruptura na barragem B3/B4. Mas com a retenção de água da chuva, ocorreu um alagamento nos acessos ao local e a população ficou ilhada.

Por meio de nota, a Vale afirma que o muro foi projetado para permitir a passagem do fluxo da água a partir de seu vertedouro e suas comportas. "Entretanto, devido ao elevado volume de chuvas – superior a 520 mm desde o início deste ano e acima da capacidade da estrutura –, a contenção acabou contribuindo para alagamentos nas vias próximas à estrutura. Com a melhora da situação climática e gradual liberação dos acessos nas áreas afetadas, as equipes técnicas da Vale já se mobilizam para executar uma avaliação aprofundada e identificar melhorias necessárias na estrutura", garante a mineradora.

Futuro

Um movimento que vem ocorrendo no Brasil é a adoção de métodos do empilhamento à seco, conhecido também pela expressão em inglês dry stacking: a água filtrada é reutilizada no processo produtivo enquanto o rejeito é disposto em pilhas, dispensando assim o uso das barragens.

Essa alternativa, embora seja mais custosa, tem se tornado atraente em meio às mudanças na legislação ambiental brasileira. Muitas das grandes mineradoras que atuam no país têm caminhado nessa direção.

A Vale, por exemplo, iniciou em 2011 um projeto piloto em Vargem Grande (MG) e estima alcançar uma investimento de R$ 1,5 bilhão na implantação desta tecnologia em outras minas no período entre 2020 e 2023.

No mês passado, a Usiminas anunciou a inauguração de um sistema dry stracking em Itatiaiuçu (MG). "A nova planta permitirá à empresa encerrar o ciclo de uso das barragens para a disposição dos rejeitos gerados no processo de beneficiamento de minério", assegura a mineradora, que aponta ainda outra vantagem do sistema: a recirculação da água reduz a necessidade de captação em rios ou poços.

Apesar do otimismo publicamente manifestado pelas mineradoras, o episódio ocorrido na mina de Pau Branco levanta o alerta. A Vallourec utiliza o sistema de disposição a seco no local. O transbordamento ocorreu no dique que capta a água da chuva que passa pela pilha de rejeitos. O nível da água se elevou porque parte do material empilhado escorregou para o reservatório.

"São coisas para se estudar. Essas pilhas estão começando a ser construídas e vão atingir alturas consideráveis. Mas deve demorar algumas décadas para chegarmos nesse cenário", diz Marcos Massao Futai.

Ele alerta que é preciso aprofundar os conhecimentos para evitar novos problemas. "Em alguns países de clima mais árido, esse sistema funciona bem. Em locais onde chove pouco, não se vê muito problema. No nosso caso, com o passar do tempo, pode-se criar nível freático dentro dessas montanhas artificias de rejeito", pontua.

Para o engenheiro, o caminho é melhorar a tecnologia constantemente e encontrar formas mais seguras de depositar o rejeito. "Independente do método, ele precisa ser bem projetado, bem construído, bem monitorado e ser preparado para um dia fechar. Chega um momento que não é possível mais por material. E aí é possível devolver para a sociedade de forma que sejam áreas reutilizáveis. É possível prever por exemplo que, depois do empilhamento, seja construído um parque com revegetação. Envolve um esforço amplo, não só da engenharia".

Barragens em emergência

Das 31 barragens em situação de emergência no estado, uma pertence à ArcelorMittal e uma à CSN. As outras 29 são de responsabilidade de Vale, inclusive as três que se encontram atualmente no nível de emergência 3, que significa risco iminente de ruptura: a B3/B4 em Nova Lima, a Sul Superior em Barão de Cocais (MG) e a Forquilha III em Ouro Preto.

Essa lista cresceu após um pente-fino impulsionado por órgãos de controle em resposta à tragédia de Brumadinho. Diversas barragens perderam suas declarações de estabilidade, o que exige sua paralisação e o acionamento automático do nível 1 de emergência.

Nos casos em que a gravidade da estrutura atinge nível de emergência 2 ou 3, é obrigatória a evacuação de todo o perímetro que seria alagado em caso de um rompimento.

A retirada de milhares de moradores de suas casas, em diversas cidades mineiras, foi uma realidade durante os meses que se seguiram após o rompimento da barragem de Brumadinho.

No ano passado, ainda houve ocorrências pontuais. Os atingidos, na maioria dos casos, costumam ser levados para imóveis alugados pela mineradora responsável. A reparação dos danos causados a essas populações vêm sendo discutida em diversas ações judiciais.

A Vale já chegou a ter quatro barragens no nível de emergência 3 e seis no nível de emergência 2. Por outro lado, é frequente a entrada de barragens na lista daquelas que demandam atenção.

Em abril do ano passado, por exemplo, o MPMG foi à Justiça para cobrar inspeções e pedir a paralisação das operações em 14 barragens da Vale que eram consideradas fantasma.

Elas haviam sido cadastradas pela mineradora em 2020 e até então não eram conhecidas dos órgãos competentes. Três dessas tiveram acionamento do nível de emergência 1, diante da falta de informações sobre as condições de estabilidade.

 

 Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro

 

 

 

O governador Helder Barbalho concluiu a tarde desta segunda-feira (24) em Parauapebas, de entrega de 60 km da PA-275, interligando os municípios de Eldorado dos Carajás, Curionópolis e Parauapebas. Uma obra que traz benefícios também às populações dos municípios. Durante o evento, O chefe do executivo estadual anunciou a ampla agenda de trabalho da cidade até abril. Entre os investimentos está a conclusão do polo da Universidade do Estado do Pará (Uepa).

Estavam presentes várias autoridades municipais e estaduais dentre elas o prefeito Darci Lermen o secretário especial de governo Keniston Braga, o vereador Josivaldo da farmácia e as demais autoridades e a população que foi prestigiar o evento.

O vereador Josivaldo da farmácia e as demais autoridades presentes no evento.

Para o governador a entrega da obra é um momento de prestigio, uma vez que a rodovia passou um longo período abandonada.

“Hoje é um dia de muita felicidade para mim, pois vamos entregar essa obra, estrada que estava abandonada, mas que o Governo do Estado está entregando totalmente construída para facilitar o escoamento de produção, o deslocamento de pessoas, enfim, é uma obra importante que agora irá proporcionar mobilidade urbana e garantir segurança para quem por ela trafega.

Entrega da obra de construção da PA-275

A única maneira de retribuir a amizade do povo de Parauapebas é trabalhar cada vez mais para torná-la uma cidade mais próspera. Esta é uma forma importante de integração em larga escala. Além desse município, Canaã dos Carajás, PA-279, Curionópolis, Eldorado do Carajás, BR-155 e PA-150, fazem uma das áreas que mais crescem com rodovias que possam trazer segurança para a vida das pessoas” ressaltou o governador.

O governador também citou a compra das ambulâncias para o município e falou sobra sua volta a Parauapebas na primeira semana de fevereiro.

Mais de 250 ambulâncias serão entregues ao município de Parauapebas.

 

“ O estado comprou, mais de 250 ambulâncias, e nós vamos dar para todas as cidades do estado, todas, e eu já acertei com Darci, que nós vamos entregar aqui em Parauapebas, para a toda essa região, cada município ganhando uma ambulância, para reforçar a estrutura da saúde, para ajudar aqueles que já tem ambulância na cidade, que possam mandar para o interior, aquele município pequeno, que vai ter essa logística, que possa ter reforçado esse benefício. ”

Em março o governador Helder citou que haverá a entrega das escolas estaduais Irmã Dulce e Eduardo Angelim, totalmente reconstruídas, e também as tratativas para a construção de uma nova escola estadual na VS 10 e da escola tecnológica, que se somará ao campus da Uepa, a ser entregue no mesmo período. Na primeira semana de abril, o governo do Estado vai entregar à população a Usina da Paz de Parauapebas, que garante a permanência física das ações do programa estadual Territórios pela Paz (TerPaz).

 Governador Helder Barbalho vai entregar duas escolas estaduais no mês de março. 

 

O secretário especial de estado Keniston Braga frisou o quanto é importante a ampliação da PA 275 e como ela trará uma melhor qualidade de vida para as pessoas que por lá trafegam

“Essa inauguração tem vários significados para nós, uma é mais uma vez a reafirmação da importância que o governador dá para nossa região e para nossa cidade, esta estrada de fato já ceifou muitas vidas, o melhoramento dela com certeza nos dará uma boa qualidade de vida, preservando a vida que é o melhor de todos, o maior de todos os patrimônios que podemos ter”, disse o secretário.

 Secretário especial de governo Keniston Braga

Keniston concluiu que o governador tem tentado ao máximo apoio a nossa cidade e ao restante do estado. Fazendo com que assim ele cresça gradativamente e tenha destaque nacional.

“Nós sabemos que o estado tem dimensões continentais, é um estado com 144 municípios, então o governador tem dado, um exemplo claro de estar presente em todas as reuniões, em todas as regiões, sabemos que não é fácil, mas ele tem tentado, tem conseguido, tem estado presente, tem causado transformações que são significativas e importantes para que o estado continue avançando e se destacando no cenário nacional. ” Completou ele firmemente.

 

O Secretário de Estado de Transportes (Setran) Adler Silveira, destacou os investimentos realizados nas rodovias estaduais e titulou a entrega da PA-275 como um dos maiores investimentos do Governo do Pará no que refere as obras de infraestrutura em rodovias do estado.

” O estado do Pará tem sete mil e setecentos quilômetros, destes 7.700km quando o governador Helder assumiu apenas 42% eram asfaltadas. Então o governador com a visão de futuro, visão de integração, visão de desenvolvimento regional, mas principalmente com a visão de cuidar de sua população garantindo o direito de ir e vir, está investindo mais de um bilhão e meio de reais para construir mais de 1.200km de asfalto por todo o estado do Pará. ” Destacou secretário estadual.

O Secretário de Estado de Transportes (Setran) Adler Silveira

 

Na oportunidade o Prefeito Darci Lermen destacou a importância da presença do governo no município e as obras que vem realizando.

“Não só a PA-275, mas outras vias, como a Estrada do Carne de Sol, ficaram abandonadas por muitos anos. Foi preciso vir um governo que trabalhe de forma contundente, que esteja por aqui conosco sempre, nesta região de onde saem 70% de todo o minério exportado pelo Pará" disse ele.

  Prefeito Darci Lermen

 

estou muito feliz! Porque aqui em Parauapebas, a gente tem a presença do governo do estado de forma realmente contundente. ”. Concluiu o prefeito Darci Lermen.

O vereador Josivaldo da Farmácia frisou a importância da obra para a população e parabenizou o governo do Pará pelos feitos.

“Já e algo que já vem sendo cogitando a muitos anos, e temos que parabenizar o governo Elder, todos prefeitos da região que vem lutando junto com vereadores da região para que isso possa acontecer, então isso hoje é para a sociedade e a sociedade agradece e isso é muito bom, agente agradece estamos juntos com   governador Helder Barbalho que isso traz benefícios para nossa região. ”

Vereador Josivaldo da Farmácia

A Fundação Nacional do Índio (Funai) criou um novo programa de proteção às comunidades e aos territórios indígenas cujo objetivo é aprimorar as ações institucionais de enfrentamento a eventuais situações de urgência e emergência.

Instituído por meio da Portaria nº 466, publicada no Diário Oficial da União de hoje (24), o Programa de Operações Especiais de Proteção Etnoambiental e Territorial (Proepet) leva em conta as diretrizes da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (Pngati), em vigor desde junho de 2012.

Segundo o texto da portaria, o objetivo do programa é responder às situações de calamidade; catástrofes e emergências ambientais ou em saúde pública em áreas ocupadas por povos indígenas, bem como a conflitos fundiários, territoriais e interétnicos. Servidores recrutados e treinados para compor o programa também atuarão em casos em que seja necessário implementar planos de contingência para contato com povos isolados.

Coordenado pela Diretoria de Proteção Territorial da fundação, o novo programa de operações especiais deverá se pautar pela proteção territorial e ambiental das terras ocupadas por povos indígenas e destes mesmos grupos.

As ações a serem desenvolvidas deverão buscar solucionar ou mitigar os impactos negativos por meio da adoção de soluções pacíficas em situações de conflitos. Também deverão garantir aos povos indígenas isolados o “exercício de sua liberdade e de suas atividades tradicionais, sem a obrigatoriedade de contatá-los”.

 

 

Por Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil - Brasília

Jogadores do Peixe terão mensagem de apoio ao Rei, que trata câncer, estampada na camisa

Santos divulgou nesta segunda-feira que fará uma homenagem a Pelé na camisa que o time usará na final da Copa São Paulo, contra o Palmeiras, nesta terça-feira, em São Paulo.

Os jogadores terão a mensagem #VidaLongaAoRei estampada nas costas do uniforme . A homenagem é uma forma de apoio ao ex-jogador, que faz tratamento contra câncer e tem passado por sessões de quimioterapia.

 


Santos usará camisa com homenagem a Pelé na final da Copinha — Foto: Reprodução

 

Santos usará camisa com homenagem a Pelé na final da Copinha — Foto: Reprodução

Santos enfrentará o Palmeiras nesta terça-feira, às 10h, em busca do título da Copinha. O confronto será no Allianz Parque com torcida só dos donos da casa, o que gerou um protesto da diretoria alvinegra.

 

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa continua fazendo história e batendo recordes de bilheteria. 

O mais recente filme do herói estreou em dezembro e, pouco mais de um mês depois, já se tornou o 6º mais assistido de todos os tempos. 

 

A superprodução ultrapassou outros sucessos como Jurassic World e o live-action de O Rei Leão

Até agora, Sem Volta para Casa já arrecadou cerca de US$ 1,69 bilhão, algo em torno de R$ 5,4 bilhões. 

Em seu sexto fim de semana nos cinemas, o filme voltou ao primeiro lugar das bilheterias nos EUA, com mais US$ 14,1 milhões arrecadados de sexta-feira (21) até domingo (23).

 

Confira abaixo a lista com os 10 filmes mais vistos de todos os tempos. 

1) Avatar - US$ 2,84 bilhões
2) Vingadores: Ultimato - US$ 2,79 bilhões
3) Titanic - US$ 2,2 bilhões
4) Star Wars: O Despertar da Força - US$ 2,06 bilhões
5) Vingadores: Guerra Infinita - US$ 2,04 bilhões
6) Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa - US$ 1,69 bilhão
7) Jurassic World - US$ 1,67 bilhão
8) O Rei Leão - US$ 1,66 bilhão
9) Os Vingadores - US$ 1,518 bilhão
10) Velozes e Furiosos 7 - US$ 1,517 bilhão

 

 

Considerada uma variante menos agressiva da Covid-19, porém com poder de contágio altamente maior, a Ômicron é a grande responsável pela terceira onda de contaminação do vírus. Profissionais da saúde de todo o mundo estão alertando a população sobre os novos sintomas da doença, que até o momento já registrou 20 tipos diferentes de sintomas, o que pode confundir o momento de procurar ajuda. 

 

Cerca de 54 dias depois da confirmação dos primeiros casos, a ômicron já responde por quase todos os resultados positivos de Covid no Brasil.

A ômicron, comparada às outras variantes, foi a que se espalhou mais rápido pelo Brasil. É o que mostra um estudo da Rede Corona-ômica, ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Os pesquisadores analisaram 208 mil amostras. Em 13 estados, a ômicron já é responsável por 100% dos casos de Covid. Nos outros 13 e no Distrito Federal, aparece em cerca de 90%.

 

Especialistas ouvidos pelo jornal britânico The Sun, sugerem que um sintoma, em particular, pode alertar sobre uma possível infecção pelo coronavírus mesmo antes de testar positivo para a Covid-19.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revela que a dor de garganta é o primeiro sintoma que se experiencia ao ser infectado.

A Comissária do Departamento de Saúde Pública de Chicago, Dra. Allison Arwady, , disse que experienciar dor de garganta é o sinal mais comum para prever um teste Covid positivo, sugerindo que deve ficar em casa - em auto isolamento - se tiver o sintoma.

Além de dor de garganta, os sintomas mais comuns de Covid-19 incluem corrimento nasal, dor de cabeça, fadiga, pouco apetite, perda de olfato e paladar.

 

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, o Orçamento de 2022 aprovado em dezembro pelo Congresso Nacional. O valor total da despesa – previsto na Lei 14.303, publicada no Diário Oficial da União de hoje (24) – é de R$ 4,73 trilhões. Deste total, R$ 1,88 trilhão tem como destino o refinanciamento da dívida pública federal.

O resultado primário previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2022 é de um déficit de R$ 79,3 bilhões, valor que encontra-se, segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, “inferior à meta prevista na LDO-2022, correspondente aos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União, no valor de R$ 170,5 bilhões”.

“Essa projeção do resultado primário presente na LOA-2022 menor que aquela meta prevista na LDO-2022 decorre particularmente da elevação da estimativa de receitas primárias realizadas pelo Congresso Nacional”, informa a Secretaria.

A Secretaria ressalta que a LOA-2022 respeita o limite definido para despesas primárias previstas no teto de gastos. Ela contempla também “dotações suficientes para o atendimento das aplicações mínimas em ações e serviços públicos de saúde (R$ 139,9 bilhões) e na manutenção e desenvolvimento do ensino (R$ 62,8 bilhões)”; bem como a aprovação das Emendas Constitucionais que alteraram as regras dos precatórios, de forma a viabilizar os R$ 89,1 bilhões previstos para o programa Auxílio Brasil, que substituiu o Bolsa Família.

A LOA já considera também o novo critério de atualização dos limites individualizados do teto de gastos da União, que é de R$ 1,7 trilhão, tendo por base a projeção do IPCA de 10,18% ao ano.

“Cabe ainda mencionar que foi necessário vetar programações orçamentárias com intuito de ajustar despesas obrigatórias relacionadas às despesas de pessoal e encargos sociais. Nesse caso, será necessário, posteriormente, encaminhar projeto de lei de crédito adicional com o aproveitamento do espaço fiscal resultante dos vetos das programações”, detalha a Secretaria.

Os vetos presidenciais à proposta apresentada pelo Congresso Nacional, foram detalhados no despacho presidencial, também publicado hoje.

 

 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil - Brasília

Com o objetivo de estimular atividades dos chamados “nômades digitais” no Brasil, o Conselho Nacional de Imigração, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, regulamentou a concessão de visto temporário e autorização de residência a imigrante que, sem vínculo empregatício no país e fazendo uso de tecnologias da informação, possa a executar trabalhos para empregadores estrangeiros.

A medida, publicada nesta segunda-feira (24) no Diário Oficial da União, estabelece prazo inicial de um ano de residência, que poderá ser renovado por igual período.

Para o secretário nacional de Justiça e presidente do colegiado, José Vicente Santini, a regulamentação atende tendência mundial e contribui, inclusive, com o setor de turismo. “A remuneração dos nômades digitais é de origem externa, e os recursos trazidos por esses imigrantes movimentam a economia nacional. Esse é um passo importante para que o Brasil promova um dos modelos mais modernos de trabalho”, afirmou

Entenda 

O visto temporário deverá ser requerido em qualquer repartição consular brasileira no exterior, com a apresentação dos documentos previstos na resolução, como seguro saúde válido no território nacional e a comprovação de condição de nômade digital. 

O imigrante que se encontre em território nacional poderá apresentar pedido de autorização de residência ao Ministério da Justiça pelo Sistema MigranteWeb.

Em ambos os casos, a comprovação da condição de nômade digital deverá ser feita com a apresentação de contrato de trabalho ou de prestação de serviços, entre outros documentos que demonstrem vínculo com empregador estrangeiro. Além disso, é necessário comprovar meios de subsistência no Brasil.

CNIg

O Conselho Nacional de Imigração (CNIg), conforme disposto no Decreto nº 9.873, de 27 de junho de 2019,  é órgão colegiado integrante da estrutura do Ministério da Justiça e Segurança Pública, composto por 14 órgãos e entidades. Congregando entes governamentais federais e entidades representantes das centrais sindicais, de empregadores e da comunidade científica e tecnológica, tem entre as principais competências a coordenação e orientação das atividades de imigração laboral, bem como a promoção de ações visando à atração de mão de obra imigrante qualificada para o país.

Sul e Sudeste do Pará

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