Quando a pandemia começou, a expectativa girava em torno do surgimento da vacina. Ela chegou, as campanhas de imunização iniciaram e a esperança foi renovada. Em Parauapebas, mais de 90% da população já recebeu a primeira dose. O problema é que muitas pessoas não estão retornando para tomar a segunda.

Ao atualizar os dados, na segunda-feira, 25, a Vigilância em Saúde (Visa) identificou o registro de 73.786 pessoas que ainda não tomaram a segunda dose, o que representa 42,3% da população.

Para reverter este cenário, a Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), intensifica as ações e convoca a população para procurar os postos de vacinação e completar o ciclo de proteção. Só no próximo dia 14 de novembro, a Semsa espera um público de mais de 14 mil pessoas. 

“As pessoas devem concluir a vacinação o mais rápido possível. Tomar a segunda dose é fundamental para a contenção das novas variantes, que estão se espalhando pelo país. É importante se vacinar para evitar um novo fechamento de shoppings, casas de shows, bares e restaurantes. Cada um de nós tem uma responsabilidade imensa, nesse momento, com a preservação da vida, da economia e dos empregos”, alerta Michele Ferreira, diretora da Visa.

As vacinas têm um prazo de validade, ou seja, possuem tempo determinado para serem utilizadas. Por este motivo, há uma grande preocupação das autoridades sanitárias para o risco iminente de desperdício, caso a população não tome a segunda dose. 

A Semsa espera que até o dia 14 de novembro os faltosos marquem presença nos postos de vacinação, que disponibilizam as vacinas Astrazeneca, Coronavac e Pfizer.

Variante Gama na região

Esta semana, a Secretaria de Saúde do Estado do Pará (Sespa) confirmou casos da variante Gama no município vizinho de Parauapebas, Canaã dos Carajás, que segundo o Ministério da Saúde (MS), é duas vezes mais transmissível, letal e infecciosa.

Confira os pontos de vacinação:

Segunda a sexta-feira – 16h às 21h

•             UBS – Minérios

•             UBS – Nova Carajás

•             UBS  – Minérios

•             UBS – Liberdade I

Sábado e Domingo – 12h às 20h

•             Partage Shopping

 

 

Texto: Nívea Lima

Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

O Pará recebeu, na tarde de terça-feira (19), no Aeroporto Internacional de Belém, 264.420 doses da vacina Pfizer. Foi a 101º remessa de imunizantes contra a Covid-19 enviadas pelo Ministério da Saúde. A equipe de Logística da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) recebeu as vacinas no Aeroporto e já organiza o envio aos Centros Regionais de Saúde, para distribuição aos 144 municípios paraenses. O envio das doses será feito por vias terrestre, aérea e fluvial, e contará com o apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

O planejamento da Sespa inclui a distribuição das doses, assim como dos insumos para todos os municípios, e cada um deles recebe as doses de acordo com o quantitativo populacional e a atual etapa de vacinação.

Para essas doses da Pfizer, a Sespa recomenda que os municípios utilizem para a aplicação da primeira dose para jovens de 12 a 17 anos e a segunda dose para demais faixas etárias.

Segundo o secretário de Estado de Saúde Pública, Rômulo Rodovalho, a Sespa vem trabalhando há quase dez meses em parceria com outras instituições para garantir que as doses cheguem à população de forma rápida, segura e eficaz. "Já passamos de 11 milhões de vacinas distribuídas a todo o Estado. Por isso, pedimos aos municípios que prossigam no cumprimento do Plano Paraense de Vacinação, disponibilizando as doses imediatamente aos grupos pré-definidos em cada local. Essas iniciativas têm permitido a realização de ações importantes, como a abertura de unidades específicas para o tratamento da doença em todo o Estado”, afirmou.

Em dados atualizados, até terça-feira (19), o vacinômetro da Sespa indicava que o Pará já recebeu 11.179.474 doses de imunizantes do Ministério da Saúde e outras 750 mil doses do Instituto Butantan, de São Paulo, por meio de aquisição direta do governo do Estado.

No Vacinômetro a população pode acompanhar o quantitativo dos tipos de vacina recebidos pelo Estado – Oxford/AstraZeneca, Coronavac/Sinovac, Pfizer e Janssen, bem como a quantidade e o percentual de vacinados, doses aplicadas e desempenho dos 144 municípios paraenses no processo de imunização.

 

Por Mozart Lira (SESPA)

A Campanha Nacional de Multivacinação para crianças e adolescentes até 15 anos terá o dia D, neste sábado, 16, e vai até o dia 29 de outubro, com vacinas disponíveis nas 24 Unidades Básicas de Saúde do município, de 9h as 17h. Todas as UBS estarão abertas para aplicar os 18 imunizantes que compõem o Calendário de Vacinação.

No decorrer do mês, as salas de vacina irão funcionar de segunda a sexta-feira, no horário de 7h as 11h e das 13h às 17h. A iniciativa tem como objetivo atualizar a caderneta de vacinação das crianças e jovens e reforçar a proteção contra doenças como catapora, caxumba, poliomielite (paralisia infantil), sarampo e tuberculose.

Também há imunizantes contra enfermidades como coqueluche, febre amarela, rubéola, hepatites A e B, meningite C e contra o vírus HPV.

O objetivo é atualizar a caderneta de vacinação das crianças e dos adolescentes, garantindo a proteção e a prevenção contra diversas doenças.

A meta da campanha deste ano é atingir, por meio da atualização do cartão de vacinação, 95% da cobertura vacinal de crianças e adolescentes a partir de 15 anos de idade, de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação.

“A vacina é prioridade e, mesmo na pandemia, as pessoas devem ir à Unidade de Saúde para se vacinar. É importante ressaltar que quem tomou a dose da vacina covid-19, não tem empecilho em tomar as demais vacinas. Sempre respeitando os protocolos de segurança e prevenção contra a Covid-19, usando máscara e mantendo o distanciamento social. Atualizar a caderneta de vacinação é a melhor proteção!”, comenta a Diretora de Vigilância em Saúde, Michele Ferreira.

Confira abaixo as vacinas que estarão disponíveis na Campanha de Multivacinação

Vacinas do Calendário da Criança e esquemas até os sete anos de idade:


• BCG
• Hepatite B
• Poliomielite 1,2,3 (VIP – inativada)
• Poliomielite 1 e 3 (VOP – atenuada)
• Rotavírus humano G1P1 (VRH)
• DTP+Hib+HB (Penta)
• Pneumocócica 10 valente (Pneumo 10)
• Meningocócica C (conjugada)
• Febre Amarela (Atenuada)
• Tríplice viral ( SCR – Sarampo, Caxumba, Rubéola)
• Tetraviral ( SCRV – Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela)
• Hepatite A (HA)
• Difteria, Tétano, Pertussis (DTP)
• Varicela

Vacinas do Calendário da Criança a partir dos sete anos de idade e do Calendário do Adolescente:


• Hepatite B
• Febre amarela
• Tríplice viral ( SCR – Sarampo, Caxumba, Rubéola)
• dT ( difteria e tétano adulto )
• Meningocócica ACWY
• HPV quadrivalente
• Varicela – Criança ou adolescente indígena a partir dos sete anos de idade.
• dTpa

O Hospital Regional do Baixo Amazonas, em Santarém (PA), iniciou na quinta-feira (14), a aplicação da dose de reforço (3ª dose) da vacina contra a Covid-19. Ao todo, mais de 1.700 profissionais que atuam na unidade, receberão o imunizante Pfizer. Os profissionais do HRBA, unidade do Governo do Pará, administrada desde 2008 pela entidade filantrópica Pró-Saúde, receberam a primeira dose ainda em janeiro deste ano, e a segunda em fevereiro.

Desde aplicação das primeiras doses do imunizante, o número de colaboradores positivos para a doença reduziu significativamente. “O número de positivos caiu acompanhando a tendência nacional, mas ao que tudo indica, novos casos estão surgindo em todo o País, e é fundamental que todos tomem a dose de reforço e continuem seguindo as recomendações de uso de máscara, de evitar aglomerações e higienizar as mãos frequentemente com álcool em gel”, destaca a médica infectologista do Serviço de Controle de Prevenção de Infecção Hospitalar (SCIH) do HRBA, Mariana Quiroga.

O auxiliar de higiene e limpeza do HRBA, Eric Magalhães, destaca a sensação de poder receber a dose de reforço, já que atua em um hospital referência para atendimentos de casos graves da Covid-19. “A chegada desta dose traz tranquilidade para que possamos seguir desenvolvendo nossas atividades em prol dos pacientes. No nosso caso, em algumas situações, precisamos higienizar os ambientes onde os pacientes ficam, então é fundamental que estejamos seguros e imunizados”, ressalta o colaborador.

O diretor Hospitalar, Hebert Moreschi, destaca que o enfretamento da pandemia continua. “O HRBA segue recebendo pacientes com Covid-19 e precisamos garantir que nossos profissionais estejam seguros para levar assistência de qualidade à população. Aproveitamos para alertar as pessoas para que não diminuam o ritmo de prevenção, que se vacinem sim, e que se unam aos nossos profissionais para que possamos vencer esse vírus juntos”, alerta Moreschi.

Até hoje sexta-feira (15), mais de 500 profissionais já tinham recebido a 3ª dose. Reconhecido nacionalmente pela qualidade assistencial e por estar entre os melhores hospitais públicos do Brasil, de acordo com a Organização Nacional de Acreditação (ONA), o Regional do Baixo Amazonas é referência para mais de 1,3 milhão de pessoas no oeste do Pará. Desde o começo da pandemia, o hospital já contribuiu para a recuperação de mais de 700 pacientes graves da Covid-19.

 

Fonte: Comunicação Pró-Saúde

A Prefeitura de Parauapebas começou a aplicar na última quarta-feira (6) a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 em profissionais de saúde e em idosos a partir de 70 anos.

Para receber a dose de reforço, os profissionais e os idosos devem ter completado o ciclo vacinal, ou seja, devem ter recebido as duas doses da vacina há pelo menos seis meses.

A vacinação ocorrerá no Ginásio Poliesportivo, Islander Sousa, localizado na Rua Rio Dourado, nº 488, bairro Beira Rio. O horário de vacinação poderá sofrer alterações durante a semana devido às programações já previstas para acontecer no ginásio, nesta sexta-feira, (8), a vacinação ocorrerá das 9h às 14h.

Documentos necessários:

Comprovante de vacinação, cartão do SUS, documento com foto e comprovante de residência.

Doses disponíveis:

 • Última chamada para primeira dose para população em geral, adolescentes a partir de 12 anos;

• Segunda dose população para a população em geral que já tem 8 semanas após a primeira dose da vacina  Pfizer já pode se direcionar para tomar a segunda dose.

• Segunda dose para todos que estão atrasados e para quem está agendado para tomar o imunizante até o dia 10/10.

• Dose de reforço, para imunossuprimidos com mais de 18 anos, que tomaram a última dose do esquema vacinal (segunda dose) há pelo menos 28 dias;

• Dose de reforço, idosos a partir de 70 anos que tomaram a última dose do esquema vacinal (segunda dose) há pelo menos 6 meses.

Neste sábado, (9), a vacinação irá continuar sendo ofertada para os públicos citados acima, no horário de 9h às 17h, nos seguintes locais;

Zona Rural:

UBS - Palmares 1

UBS - Cedere

UBS - Vila Sansão

UBS - Vila Paulo Fonteles

Zona Urbana:

UBS - Liberdade 1

UBS - Cidade nova

UBS - Guanabara

UBS - Nova Carajás

UBS - Minérios

UBS - Casas populares

 

Texto: Nívea Lima/Semsa

Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

A estimativa é que 5,5 milhões de crianças e adolescentes tiveram o direito à educação negado em 2020 no Brasil por causa da crise sanitária. A informação é de relatório divulgado na quarta-feira (29), por agências da ONU (Organização das Nações Unidas) e pela Opas (Organização Pan-Americana da Saúde). 

Ao menos 147 países fecharam escolas por causa da pandemia, o que representaria mais de 1,4 bilhão de alunos afetados, ou cerca de 86% da população estudantil mundial. “Se no início da pandemia não foram considerados como grupos de risco direto, são elas, de fato, as vítimas ocultas da Covid-19”, diz o relatório.

Com o título “Covid-19 e Desenvolvimento Sustentável: Avaliando a crise de olho na recuperação”, o trabalho é resultado de uma força-tarefa de especialistas e teve participação do Pnud, do Unicef e da Unesco.

O documento lista 55 medidas para o Brasil superar a crise provocada pela Covid-19 e promover a recuperação em curto e longo prazo. Entre as sugestões estão priorizar a reabertura de escolas com segurança; garantir renda básica universal; conectar todas as crianças e adolescentes à internet até 2030; e oferecer linhas de crédito verde atrativas e investir em cidades inteligentes. 

No estudo, o grupo analisa repercussões do coronavírus em diversos setores, como saúde, educação, economia e meio ambiente. Em contrapartida, também afirma que o processo de recuperação representaria uma “oportunidade histórica para se reimaginar as sociedades” e “alcançar um futuro melhor para todas e todos”.

Os pesquisadores consideram a pandemia “a pior crise sistêmica já vivida no planeta” desde a criação da ONU. Por causa do cenário, especialistas projetam um recuo global (-0,018) no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano 2020) – a primeira tendência de queda esperada para o indicador desde 1990.

Entretanto, os impactos teriam sido “desproporcionais”, “aprofundaram desigualdades” e dificultaram o “alcance do desenvolvimento humano e sustentável estabelecido pela Agenda 2030 das Nações Unidas” no Brasil e no mundo. “Embora todos os países sejam afetados, sociedades mais desiguais são as que mais sofrem com as consequências”, diz o relatório.

“Os mais vulneráveis – países e populações – têm maior dificuldade de recuperação e o cenário, já complicado (como efeito da crise econômica de 2008), tornou-se ainda mais crítico, já que muitos recursos precisarão ser mobilizados para socorrer as vítimas diretas e indiretas da doença”, afirma.

Para o Brasil, o relatório analisa 94 indicadores de vulnerabilidade e de capacidade de resposta à pandemia, a partir dos quais estabelece as diretrizes da retomada. “Uma recuperação eficaz dependerá de esforços conjuntos para fortalecer os sistemas de saúde, reforçar a proteção social, criar oportunidades econômicas, ampliar a colaboração multilateral e promover a coesão social.”

Para parte das crianças, a suspensão das atividades escolares também repercute na segurança alimentar e acesso à infraestrutura de saúde, água, saneamento e higiene. “Os impactos para crianças e adolescentes podem perdurar por toda a vida”, afirma o estudo. “Sem deixar de lado as medidas essenciais para conter a propagação do novo coronavírus, é preciso ter clareza sobre os impactos do fechamento de escolas por um longo período na aprendizagem, na nutrição – uma vez que muitos deles dependem da merenda escolar – e na segurança de crianças e adolescentes, em especial os mais vulneráveis.”

Outro desafio é o acesso desigual à tecnologia, que pode provocar aumento de taxas de abandono escolar, trabalho infantil e gravidez na adolescência, de acordo com o relatório. “Com o fechamento massivo de estabelecimentos escolares, o ensino remoto mediado por tecnologias apresenta-se como uma alternativa para a continuidade da aprendizagem”, descreve. “No Brasil, 28% das famílias não têm acesso à internet, porcentual que aumenta conforme a renda diminui e chega a 48% em áreas rurais”.

Políticas sugeridas pelos pesquisadores passam por reabrir escolas, estabelecer parcerias para inclusão digital, manter serviços de saúde, além de criar oportunidade de trabalho para jovens entre 14 e 24 anos. “Sem ação coordenada para prevenir, mitigar e responder aos efeitos da pandemia, as consequências para este segmento agora, e para a sociedade como um todo no futuro, serão graves.”

O relatório aponta, ainda, que a pandemia expôs ainda mais a desigualdade no Brasil, com diferenças de acesso à “proteção social, serviços públicos de saúde, emprego e à renda e moradia adequada”. “A proteção social pode ser uma ferramenta crucial não apenas para ajudar as famílias a se manterem à tona no curto prazo, mas também para combater a desigualdade de forma mais ampla”, diz.

Os pesquisadores sugerem foco para eliminar desigualdades. Entre as medidas, estão políticas de transferência de renda e inclusão financeira, estímulos fiscais e investimentos em saneamento universal. “Estima-se que o pacote emergencial do governo federal some um gasto de R$ 524 bilhões, em 2020”, afirma. “Para assegurar uma recuperação resiliente e inclusiva em todos os níveis, o Brasil deve também continuar a enfrentar os desafios do desenvolvimento sistêmico.”

Em paralelo, a recuperação e a resposta ao coronavírus devem estar em consonância com questões climáticas e proteção ao meio ambiente, de acordo com os especialistas. Matriz energética limpa, incentivos à agricultura familiar e investimentos em projetos sustentáveis são iniciativas defendidas pelo relatório. “Muitas dessas soluções têm efeitos em cascata, com benefícios para a saúde e a economia, ao mesmo tempo que criam resiliência a desastres futuros”, diz.

“O Brasil precisa criar uma recuperação que ‘reconstrua melhor’, o que significa não só recuperar de imediato as economias e os meios de subsistência, mas também salvaguardar a prosperidade a longo prazo”, afirma o relatório. “Para isso é necessária uma nova geração de políticas públicas e transformações sociais que facilitem a transição para uma sociedade menos desigual, mais resiliente e com impactos controlados sobre a natureza. O futuro começa hoje, não amanhã.”

 

Fonte: Do R7

Mais de 160.318 mil doses foram aplicadas nos moradores de Parauapebas, imunizando assim os mesmos contra a Covid-19, neste sábado, 11, das 09h às 17h, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) realizará mais um mutirão para aplicar a segunda dose do imunizante na população em geral que esteja com a segunda dose atrasada até o dia 12 de setembro e todos aqueles que perderam a segunda dose.

Pontos de vacinação:

Quem for tomar a segunda dose da vacina na zona urbana deve procurar as escolas; Dorothy Stang, no bairro Cidade Jardim, ou Chico Mendes, no Cidade Nova. As Unidades Básicas de Saúde VS-10 e Tropical. Na zona rural serão feitas aplicação nas Unidades Básicas de Saúde; Palmares Sul, Palmares 2, Cedere, Paulo Fonteles e Vila Sanção.

 

Fonte: Redação 

A vacinação contra a covid-19 já alcança adolescentes. Na capital paulista, a partir dessa segunda-feira (6) serão imunizados jovens entre 12 e 14 anos. A escola pode exigir que estudantes apresentem atestado de vacinação?

Para o advogado Leonardo Navarro, Membro Efetivo da Comissão de Direito Médico e da Saúde da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil) "é inevitável que a vacinação seja cada vez mais exigida em todos os ambientes da sociedade, embora não seja um assunto fácil."

Nessa idade, é responsabilidade dos pais ou responsáveis legais levar acompanhar os adolescentes para tomar vacina. "A vacina é indispensável, acredito que entre no calendário de vacinação anual assim como da gripe", avalia. "Temos de levar em consideração os danos causados para os jovens nesse período de aula online, tanto com relação ao aprendizado como o impacto emocional, importante que estejam na escola de forma segura."

Na opinião de Navarro, existe a questão das garantias individuais e muitos pais até podem levar em consideração a eficácia dos imunizantes quanto a contaminação da doença, mas caso a escola venha exigir que os estudantes apresentem comprovante de imunização, "provavelmente o judiciário tenderá pela escola, uma vez que já existe decisões a favor de empresas que orientam que seus funcionários se vacinem."

Uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) julgou que, apesar de a vacinação não ser obrigatória, ela poderá implicar em punições para aqueles que se recusarem a se imunizar. A decisão foi tomada no julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs 6586 e 6587) e de um Recurso Extraordinário com Agravo (ARE 1267879) que tratavam da vacinação contra a covid-19 e do direito de recusar a imunização em razão de convicções pessoais. Na prática, um trabalhador pode ser demitido por justa causa se não tomar a vacina.

 

Fonte: Karla Dunder, do R7

 

Parauapebas inicia nesta quarta-feira, 01, a imunização da 1 ª dose contra a Covid-19 em adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades, deficiência permanente (física, sensorial ou intelectual), assim como disponibiliza a repescagem das gestantes e puérperas.

A vacinação ocorrerá na escola Chico Mendes, (entrada pela rua D), no bairro Cidade Nova, que funcionará nos seguintes dias e horários:

  • Quarta e sexta-feira (01 e 03 de setembro) – 9h às 14h;
  • Quinta-feira (02 de setembro) – Mutirão de vacinação – 16h às 21h;
  • Sábado (04 de setembro) – 9h às 17h.

Poderão se vacinar jovens com:

  • Limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas;
  • Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo;
  • Indivíduos com baixa visão ou cegueira; (Considera-se baixa visão ou visão subnormal);
  • Indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais.

Documentos necessários:

Para se imunizar é obrigatório que todos apresentem os originais e cópias de um documento de identificação com foto, como documento de identidade (RG) ou carteira nacional de habilitação (CNH), além do cartão do SUS, carteira de vacina e comprovante de residência.

As grávidas e puérperas, de acordo com a Nota Técnica 02/2021 - SECOVID/GAB/SECOVID/MS precisam apresentar a prescrição médica, no qual a paciente esteja autorizada a receber a dose do imunizante, assim como o cartão do pré-natal. As puérperas também precisam apresentar um documento que comprove o parto nos últimos 45 dias, como certidão de nascimento do bebê ou registro de alta hospitalar pós-parto.

Importante ressaltar que também estará disponível a aplicação da segunda dose da vacina para o público elegível. A Secretaria Municipal da Saúde, (Semsa), sinaliza que cerca de 14 mil munícipes estão com a segunda dose da vacina contra a Covid-19 atrasada. A pasta ressalta a importância de completar a imunização para prevenir formas graves da doença e controlar a pandemia.

 

Texto: Nívea Lima/Semsa

Assessoriade Comunicação – Ascom/PMP

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), realizou na quinta-feira, (19), na escola Chico Mendes mais um mutirão de imunização contra a covid-19, no qual pessoas com idade a partir de 18 anos receberam a primeira dose do imunizante,realizado na Escola Chico Mendes de 16h às 21h.

A meta deste mutirão foi alcançar o público economicamente ativo que possui conflitos de horários, no período da manhã, e a Semsa conseguiu atingir a meta de 5.503 doses aplicadas. A imunização iniciou normalmente de 9h às 14h, e às 16h deu início ao mutirão, com término às 21h.

“Uma iniciativa maravilhosa, dessa forma pessoas que não conseguiram se vacinar, assim como eu que estava trabalhando no período da tarde com saída para às 18h, teve a oportunidade receber a sua vacina. Eu estava fora da cidade quando chegou minha faixa etária, depois não consegui chegar do trabalho a tempo e hoje deu certo, o legal é que além dessa oportunidade da primeira dose, quem precisa tomar a segunda dose também pode vir”, comenta Ariela Souza, técnica em mineração.

“Vacinar as pessoas significa salvar suas vidas. Hoje chegamos ao nosso terceiro mutirão e o sentimento com certeza é de que demos mais um passo importante e muito significativo, afinal a vacina é a arma mais poderosa que temos contra Covid-19”, enfatizou Michele Ferreira, diretora de vigilância em saúde.

“Estou muito feliz com o resultado desta quinta-feira, mais uma etapa importante para o nosso plano de imunização em Parauapebas, eu só tenho a agradecer a essa equipe valorosa e empenhada em fazer o bem ao próximo, ao nosso prefeito Darci Lermen e ao secretário de Saúde, Gilberto Laranjeiras pelo empenho diário”, destacou Paulo Vilarinhos, secretário adjunto de saúde.

 

Texto: Nívea Lima/Semsa

Assessoria de Comunicação/PMP

 

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