O Pará recebeu, na tarde de terça-feira (19), no Aeroporto Internacional de Belém, 264.420 doses da vacina Pfizer. Foi a 101º remessa de imunizantes contra a Covid-19 enviadas pelo Ministério da Saúde. A equipe de Logística da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) recebeu as vacinas no Aeroporto e já organiza o envio aos Centros Regionais de Saúde, para distribuição aos 144 municípios paraenses. O envio das doses será feito por vias terrestre, aérea e fluvial, e contará com o apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

O planejamento da Sespa inclui a distribuição das doses, assim como dos insumos para todos os municípios, e cada um deles recebe as doses de acordo com o quantitativo populacional e a atual etapa de vacinação.

Para essas doses da Pfizer, a Sespa recomenda que os municípios utilizem para a aplicação da primeira dose para jovens de 12 a 17 anos e a segunda dose para demais faixas etárias.

Segundo o secretário de Estado de Saúde Pública, Rômulo Rodovalho, a Sespa vem trabalhando há quase dez meses em parceria com outras instituições para garantir que as doses cheguem à população de forma rápida, segura e eficaz. "Já passamos de 11 milhões de vacinas distribuídas a todo o Estado. Por isso, pedimos aos municípios que prossigam no cumprimento do Plano Paraense de Vacinação, disponibilizando as doses imediatamente aos grupos pré-definidos em cada local. Essas iniciativas têm permitido a realização de ações importantes, como a abertura de unidades específicas para o tratamento da doença em todo o Estado”, afirmou.

Em dados atualizados, até terça-feira (19), o vacinômetro da Sespa indicava que o Pará já recebeu 11.179.474 doses de imunizantes do Ministério da Saúde e outras 750 mil doses do Instituto Butantan, de São Paulo, por meio de aquisição direta do governo do Estado.

No Vacinômetro a população pode acompanhar o quantitativo dos tipos de vacina recebidos pelo Estado – Oxford/AstraZeneca, Coronavac/Sinovac, Pfizer e Janssen, bem como a quantidade e o percentual de vacinados, doses aplicadas e desempenho dos 144 municípios paraenses no processo de imunização.

 

Por Mozart Lira (SESPA)

O Pará recebeu, na tarde de terça-feira (11), mais uma remessa de vacinas contra a Covid-19. São 37.440 doses da Pfizer/BionTech. Essa é a vigésima enviada pelo Ministério da Saúde desde janeiro de 2020. No total, o Pará já recebeu 2.297.770 doses, sendo 1.135.240 da CoronaVac, 1.111.050 da Oxford/AstraZeneca e 51.480 da Pfizer. 

“A chegada de mais remessas ao Estado é importante, pois dessa forma vamos avançando a vacinação em todo o Estado. Ressaltamos que é importante que todos fiquem atentos ao calendário de vacinação do seu município e não deixem de tomar a segunda dose, pois só assim é possível completar o ciclo da imunização”, destacou o secretário de Saúde Pública do Pará (Sespa), Rômulo Rodovalho.  

As vacinas chegaram a Belém, e serão encaminhadas à secretaria municipal de saúde da capital. A medida se justifica por ser necessário armazenar os imunizantes em uma temperatura ideal.

“A Sespa viabiliza a campanha junto aos municípios, mas reforça que a população deve continuar fazendo a sua parte sem deixar de lado os cuidados com a higienização das mãos assim como com o distanciamento social”, enfatizou o secretário de Saúde.

Calendário de chegada ao Pará dos lotes de vacinas já enviados pelo Ministério da Saúde:

- 18 de janeiro: 173.240 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 24 de janeiro: 49 mil doses da Oxford/AstraZeneca.
- 25 de janeiro: 29.200 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 06 de fevereiro: 64.400 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 24 de fevereiro: 98.200 doses - CoronaVac/Sinovac - 37.200 doses, e Oxford/AstraZeneca, 61 mil.
- 03 de março: 67 mil doses da CoronaVac/Sinovac.
- 10 de março: 61.600 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 17 de março: 117.400 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 20 de março: 286 mil doses - CoronaVac/Sinovac, 102 mil, e Oxford/AstraZeneca, 184 mil.
- 26 de março: 150.900 doses da CoronaVac/Sinovac (84.800) e Oxford/AstraZeneca (66.100).
- 02 de abril: 234.150 doses, sendo 215.400 da CoronaVac/Sinovac e 18.750 da Oxford/AstraZeneca.
- 09 de abril: 116.200 doses, sendo 52.200 da CoronaVac/Sinovac e 64.000 da Oxford/AstraZeneca.
- 16 de abril: 170.300 doses, sendo 102.500 doses da Oxford/AstraZeneca e 67.800 da CoronaVac / Sinovac.
- 23 de abril: 98.900 doses, sendo 79.500 da Oxford/AstraZeneca e 19.400 doses da CoronaVac/ Sinovac.
- 30 de abril: 148.750 doses, sendo 145.750 da Oxford/AstraZeneca e 3.000 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 01 de maio: 9.400 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 03 de maio: 14.040 doses da Pfizer/BionTech e 206.750 da Oxford/AstraZeneca.
- 06 de maio: 133.700 da Oxford/AstraZeneca.
- 08 de maio: 31.200 – CoronaVac/Sinovac.
- 11 de maio: 37.440 – Pfizer/BionTech.

 

Por Caroliny Pinho (SESPA)

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), seis vacinas candidatas contra a Covid-19 estão na fase 3, de testes em humanos, a última etapa antes da aprovação: as da Sinovac Biotech (China), do Instituto Biológico de Wuhan/Sinopharm (China), do Instituto Biológico de Pequim/Sinopharm (China), de Oxford/AstraZeneca (Reino Unido), da BioNTech/Pfizer (Alemanha/EUA) e da Moderna/NIAID (EUA). Três delas são testadas no Brasil, e um quarto teste pode começar no país em breve.

A vacina de Oxford, que segundo a OMS é a que está “mais avançada” no mundo todo, será testada em cinco mil voluntários em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador (BA). Na capital paulista, as primeiras doses já foram aplicadas em profissionais da saúde. O Ministério da Saúde fechou acordo com a AstraZeneca de transferência de tecnologia para a fabricação da vacina no Instituto Bio-Manguinhos, da Fiocruz. Insumos para a produção de 15 milhões de doses devem chegar ao Rio até dezembro, e a expectativa é que este primeiro lote seja liberado em janeiro de 2021.

A vacina da Sinovac é testada no Brasil em parceria com o Instituto Butantan (SP). Foram trazidas para o país 20 mil doses, que serão aplicadas em até 9 mil voluntários em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Distrito Federal. O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que terá inicialmente 30 milhões de doses do imunizante. Ele disse acreditar que a vacina estará disponível em janeiro.

No último dia 5, começaram os testes no Brasil da vacina da Pfizer. A pesquisa vai mobilizar mil voluntários nas cidades de São Paulo e Salvador (BA).

O Instituto de Tecnologia do Paraná fechou acordo com a Sinopharm, em julho, e deve enviar, até o fim desta semana, um pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para realizar os testes da vacina chinesa com voluntários.

 

Fonte: https://extra.globo.com

 

Os países mais ricos devem se comprometer politicamente para garantir que qualquer vacina seja distribuída de maneira justa em todo o mundo, disse Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS. 

Na opinião do dirigente da agência de saúde da ONU, deveria haver um "consenso global" para tornar qualquer vacina contra o novo coronavírus um produto de saúde global. Ele enfatizou que fazer isso é uma "escolha política", já que o "nacionalismo" não ajudará a combater a pandemia, afirmou nesta quinta-feira (6), segundo a RT.

"O nacionalismo das vacinas não é bom, não vai nos ajudar", disse Tedros. "Quando dizemos que deve ser um bem público, não é apenas para compartilhar, é porque tem vantagens", acrescentou, explicando que dessa maneira todos nos recuperaremos mais rápido porque vivemos em "um mundo globalizado".

Durante um painel de discussão on-line com membros do Fórum de Segurança de Aspen, o diretor da organização falou sobre a necessidade de as nações e as farmacêuticas persistirem nos esforços para encontrar uma vacina eficaz e comercializar com antecedência o máximo de doses possível. Ao compartilhar vacinas ou outras ferramentas, "a recuperação econômica pode ser mais rápida e os danos do covid-19 podem ser menores", disse Tedros.

Desse modo, ele expressou a necessidade de os países mais ricos se comprometerem politicamente para garantir que qualquer preparação seja distribuída de maneira justa em todo o mundo.

Nesta semana, a OMS declarou que garantirá o acesso à vacina Covid-19 para todos os países através do mecanismo COVAX.

Esse sistema "está acelerando a busca por uma vacina eficaz para todos os países", enquanto busca "garantir acesso rápido, justo e equitativo" a ela em todo o mundo ", explicou um porta-voz da organização.

Um relatório recente da Bloomberg mostrou que os EUA, o Reino Unido, a União Européia e o Japão já reservaram cerca de 1,3 bilhão de doses de "possíveis meios de imunização contra a Covid-19", então há "uma preocupação crescente" que o resto do mundo estará no fim da linha no esforço global para derrotar o patógeno ".

Por seu turno, a China anunciou que concederá um empréstimo de US $ 1 bilhão aos países da América Latina e do Caribe, que permitirá o acesso à vacina contra a Covid-19. O gigante asiático expressou em várias ocasiões que a vacina  desenvolvida em seu país será um bem público com acesso universal.

 

Fonte: https://www.brasil247.com

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