Carajas o Jornal

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Com o intuito de reduzir a burocracia para quem precisa subir a Serra dos Carajás, localizada na Floresta Nacional de Carajás (Flonaca), o vereador Ivanaldo Braz (PDT) propôs, por meio da Indicação nº 727/2021, à Prefeitura de Parauapebas e à mineradora Vale que celebrem convênio para criar um aplicativo para emissão de autorização de acesso ao referido local.

Na proposição, o vereador explica que, atualmente, o acesso à Serra dos Carajás funciona da seguinte maneira: as pessoas que utilizam a infraestrutura do núcleo urbano devem se dirigir à portaria da Flonaca para solicitar autorização expressa, expedida diariamente pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), por meio de convênio com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Já as pessoas contratadas pela Vale (incluindo as terceirizadas) ou ICMBio, que necessitam de autorização expressa para entrada, devem procurar pelo órgão gestor da unidade ou pela própria mineradora, para obter autorização expedida com data de início e término.

 

A ideia é que o aplicativo proporcione agilidade no processo de autorização para que visitantes e funcionários acessem a Serra dos Carajás sem burocracia e filas, seja para ir ao núcleo urbano, aeroporto, parque zoobotânico, hospital e afins.

O usuário solicitaria o acesso de qualquer lugar, hora do dia e em qualquer dia da semana, inclusive nos feriados, bem como teria informações de acesso e horários de funcionamento. A medida traria segurança, do ponto de vista sanitário. O aplicativo poderia ter recurso de validação sobre a confirmação da pessoa solicitante, tal como já ocorre com os aplicativos federais. Ao subir, o indivíduo mostraria a sua autorização pela tela do aplicativo, por meio do seu smartphone”, explicou Ivanaldo Braz.

A Indicação nº 727/2021 foi aprovada na sessão da Câmara Municipal de Parauapebas de terça-feira (23) e enviada para análise do prefeito Darci Lermen e do presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo.

Texto: Nayara Cristina / Revisão: Waldyr Silva / Fotos: Felipe Borges (Ascomleg 2021)

Por meio da Indicação nº 726/2021, Leandro do Chiquito (Pros) propôs ao secretário municipal de Educação, José Leal, que disponibilize cadeiras de rodas nas dependências das escolas da rede regular de ensino do município para uso dos alunos com deficiência ou mobilidade reduzida.

Na proposição, o vereador informa que ao participar da Conferência Municipal de Educação de Parauapebas (Comep), neste ano, tomou conhecimento da dificuldade enfrentada por diversos estudantes nas escolas municipais devido à falta de estrutura adequada e acessibilidade.

Chiquito lembrou que o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) prevê que toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades. Além disso, estabelece que a pessoa com deficiência tem direito a receber atendimento prioritário, sobretudo, com a finalidade de disponibilização de recursos, tanto humanos quanto tecnológicos, que garantam atendimento em igualdade de condições com as demais pessoas.

A proposta visa assegurar que crianças matriculadas na rede pública, que por dificuldades financeiras não conseguiram adquirir o equipamento, tenham a garantia da utilização durante o período escolar. Assim sendo, com o atendimento desta indicação, deverão ser disponibilizadas, no mínimo, uma cadeira de rodas para transporte e uma cadeira de rodas higiênica, para uso no banheiro, nas escolas da rede municipal de ensino”, explicou.

A Indicação nº 726/2021 foi aprovada na sessão da Câmara Municipal de Parauapebas de terça-feira (23) e enviada para o prefeito Darci Lermen e ao secretário de Educação.

Texto: Nayara Cristina / Revisão: Waldyr Silva / Fotos: Felipe Borges (Ascomleg 2021)

A transportadora acaba de entregar a sua televisão de 32 polegadas LCD e o home theater que você comprou pela internet já faz alguns dias. Ao atender o interfone, o porteiro informa que os rapazes estão subindo e precisam que você assine os papéis da entrega. Depois de resolver tudo e tentar encaixar as duas caixas gigantescas no seu elevador, é hora de tirar seus brinquedinhos novos da caixa e instalá-los. Agora eles já fazem parte da sua incrível coleção de eletrônicos formada pelo notebook, netbook, DVD, câmera digital, mp3 player, smartphone e uma série de outros aparelhos dos mais variados usos.

Com tantos dispositivos em casa, é de se pensar que algum dia eles poderiam convergir em uma rede superinterativa de aparelhos, não é? Isso já não é mais uma possibilidade tão remota. Graças a pesquisas de cientistas norte-americanos, a tecnologia do DLNA – ou seja, Digital Living Network Alliance – já é algo bastante plausível para fazer com que o mundo conheça uma nova forma de interação e compatibilidade entre dispositivos eletrônicos. Um exemplo bastante claro dessas possibilidades está na utilização da rede wireless da sua casa ou escritório para fazer com que tudo “converse”.

Sua vida interligada



Imagine a seguinte situação: você tem uma coleção de vídeos das suas viagens no seu computador e quer exibi-los na televisão novinha em folha que foi comprada há pouco. Em qualquer outra ocasião em que não houvesse o DLNA você teria as seguintes opções: levar o seu gabinete até a sala de estar e conectar a televisão direto na placa de vídeo ou gravar DVDs e reproduzi-los no seu aparelho. Com a tecnologia da compatibilidade entre os dispositivos, você irá acessar o seu computador pela rede sem fio a partir da televisão e escolher o vídeo que quer assistir.

A mesma coisa funcionaria para as fotografias na sua câmera, as músicas no seu mp3 player e outros recursos audiovisuais contidos nesses aparelhos. Agora já imaginou transferir aquelas fotos que foram tiradas no seu celular no caminho de volta para casa? Você não precisa mais ter um cabo ou então aparelhos que suportem o Bluetooth para fazer essa transferência. Os celulares compatíveis com o “Viver Digital” já podem enviar as suas fotos direto para a impressora, sem precisar de cerimônias.

O grande atrativo dessa rede sem fio de aparelhos digitais é a multiplicidade de coisas que se pode fazer com tudo isso. Ao pensar no futuro, uma das primeiras empresas a integrar seus produtos com esta nova tecnologia foi a Sony, que já vem integrando esta tecnologia nos seus eletrônicos. como o Playstation 3, PSP Go! e a linha de televisores Bravia. E mais de 200 outras empresas já estão em fase de implantação e distribuição de produtos com estas características de superconectividade. Até agora, grandes marcas como a Nokia, Cisco, Panasonic, Phillips, Intel, Samsung, Toshiba, LG e a própria Microsoft já aderiram à “Vida Digital”.

O que está lá, está aqui também!

Um exemplo bastante claro desta integração toda já acontece com quem possui um Playstation 3 conectado à rede wireless. Ao iniciar o vídeo game e fazer o login, experimente correr o menu até as opções de mídia. O seu PS3 irá detectar “servidores” de vídeo, fotos e músicas, caso existam vários computadores conectados à rede sem fio e que tenham esses potenciais de várias mídias. Ao selecionar um deles, você tem acesso às pastas em que estes arquivos estão. Basta escolher quais deles você quer executar. Isso permite que você assista aos seus vídeos favoritos direto no seu Playstation sem precisar inserir qualquer tipo de disco no drive do vídeo game. Fonte: google/Mundo

Manifestantes do Movimento Sem Terra (MST) continuam interditando desde as 6h desta segunda-feira (29) o trecho da BR-155, em Marabá, no sudeste do Pará. Eles protestam contra a decisão judicial que determinou a desapropriação imediata de fazendas que estão ocupadas por 150 famílias acampadas do grupo na região. Os sem terra dizem ainda que continuarão o bloqueio por tempo indeterminado, até a Justiça reconsiderar sua decisão.

 

Cerca de 800 manifestantes do MST bloqueiam o trecho que liga os municípios Eldorado de Carajás e Marabá. Eles atearam fogo em pneus para o bloqueio do tráfego. Segundo a Policia Rodoviária Federal (PRF), um congestionamento de  chegou a10 quilômetros se formou nos dois sentidos da pista por causa da interdição. Ainda segundo a PRF, o congestionamento aumentou no fim da tarde.

Os trabalhadores rurais protestam contra a decisão judicial que pede a reintegração de posse imediata de 20 fazendas da região até o dia 18 de dezembro. Dentro dessas fazendas há três acampamentos do MST. Fonte: G1/PA

O Novo Tempo é um dos dez bairros contemplados pelo projeto e receberá infraestrutura completa

 

O projeto de obras múltiplas que prevê a revitalização do Igarapé Lajeado avança em seu cronograma. É grande o impacto visual causado pelas escavações, terraplanagem e outros serviços realizados por máquinas e profissionais que trabalham nos bairros da primeira etapa de obras.

 

A parceria da comunidade tem sido fundamental para o desenvolvimento dos serviços. “Nós moramos em uma área que não é fácil trabalhar a infraestrutura dela. Agora chegou o nosso momento, estamos com uma expectativa muito boa”, afirma o aposentado Augusto Ferreira, que mora no Novo Tempo há 14 anos. Segundo ele, o bairro nunca foi asfaltado e a comunidade sempre sofreu em período chuvoso.

O Novo Tempo é um dos contemplados nessa primeira etapa do Lajeado e receberá atenção especial: “será um bairro modelo, nele serão executadas as redes de água e de esgoto, serviços de drenagem e macrodrenagem, que significam o alargamento do canal do Igarapé Lajeado. Estamos terminando a drenagem da rede de água para poder começar a terraplanagem e depois iniciarmos a pavimentação”, explica Ruan Benevides, engenheiro que atua no projeto.

De acordo com a engenheira civil responsável pelo projeto, Rosiane Oliveira, além Novo Tempo, têm frentes de serviços também nos bairros Tropical e Ipiranga atuando com esgotamento sanitário. “A gente tem recebido muito o apoio da comunidade, que já estava ansiosa por essas melhorias no saneamento”, acrescenta Rosiane sobre a boa relação da comunidade com a obra.

1ª Etapa do Lajeado

O Lajeado faz parte do Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap). Ele está dividido em duas etapas, a primeira tem duração de 18 meses, foi iniciada em junho de 2021 e contemplará obras de esgotamento sanitário, micro e macrodrenagem, viárias e urbanísticas.

O projeto é desenvolvido com recursos próprios do município. Ao final de todas as suas execuções e etapas, o projeto beneficiará cerca de 90 mil pessoas. Mais informações sobre o Lajeado estão disponíveis no site do Prosap (clique aqui).

Parque Urbano do Lajeado

Quem passa pela PA-160, nas proximidades do bairro Novo Tempo, já visualiza o avanço também das obras do Parque Urbano do Lajeado. Em área de 28 mil metros quadrados, o parque oferecerá estruturas diversas para o lazer da população. Duas quadras poliesportivas, quiosques e áreas administrativas do parque estão em ritmo acelerado de obra.

Texto: Karine Gomes

Fotos: Elienai Araújo

O Novo Tempo é um dos dez bairros contemplados pelo projeto e receberá infraestrutura completa

 

O projeto de obras múltiplas que prevê a revitalização do Igarapé Lajeado avança em seu cronograma. É grande o impacto visual causado pelas escavações, terraplanagem e outros serviços realizados por máquinas e profissionais que trabalham nos bairros da primeira etapa de obras.

 

A parceria da comunidade tem sido fundamental para o desenvolvimento dos serviços. “Nós moramos em uma área que não é fácil trabalhar a infraestrutura dela. Agora chegou o nosso momento, estamos com uma expectativa muito boa”, afirma o aposentado Augusto Ferreira, que mora no Novo Tempo há 14 anos. Segundo ele, o bairro nunca foi asfaltado e a comunidade sempre sofreu em período chuvoso.

O Novo Tempo é um dos contemplados nessa primeira etapa do Lajeado e receberá atenção especial: “será um bairro modelo, nele serão executadas as redes de água e de esgoto, serviços de drenagem e macrodrenagem, que significam o alargamento do canal do Igarapé Lajeado. Estamos terminando a drenagem da rede de água para poder começar a terraplanagem e depois iniciarmos a pavimentação”, explica Ruan Benevides, engenheiro que atua no projeto.

De acordo com a engenheira civil responsável pelo projeto, Rosiane Oliveira, além Novo Tempo, têm frentes de serviços também nos bairros Tropical e Ipiranga atuando com esgotamento sanitário. “A gente tem recebido muito o apoio da comunidade, que já estava ansiosa por essas melhorias no saneamento”, acrescenta Rosiane sobre a boa relação da comunidade com a obra.

1ª Etapa do Lajeado

O Lajeado faz parte do Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap). Ele está dividido em duas etapas, a primeira tem duração de 18 meses, foi iniciada em junho de 2021 e contemplará obras de esgotamento sanitário, micro e macrodrenagem, viárias e urbanísticas.

O projeto é desenvolvido com recursos próprios do município. Ao final de todas as suas execuções e etapas, o projeto beneficiará cerca de 90 mil pessoas. Mais informações sobre o Lajeado estão disponíveis no site do Prosap (clique aqui).

Parque Urbano do Lajeado

Quem passa pela PA-160, nas proximidades do bairro Novo Tempo, já visualiza o avanço também das obras do Parque Urbano do Lajeado. Em área de 28 mil metros quadrados, o parque oferecerá estruturas diversas para o lazer da população. Duas quadras poliesportivas, quiosques e áreas administrativas do parque estão em ritmo acelerado de obra.

Texto: Karine Gomes

Fotos: Elienai Araújo

O Novo Tempo é um dos dez bairros contemplados pelo projeto e receberá infraestrutura completa

 

O projeto de obras múltiplas que prevê a revitalização do Igarapé Lajeado avança em seu cronograma. É grande o impacto visual causado pelas escavações, terraplanagem e outros serviços realizados por máquinas e profissionais que trabalham nos bairros da primeira etapa de obras.

 

A parceria da comunidade tem sido fundamental para o desenvolvimento dos serviços. “Nós moramos em uma área que não é fácil trabalhar a infraestrutura dela. Agora chegou o nosso momento, estamos com uma expectativa muito boa”, afirma o aposentado Augusto Ferreira, que mora no Novo Tempo há 14 anos. Segundo ele, o bairro nunca foi asfaltado e a comunidade sempre sofreu em período chuvoso.

O Novo Tempo é um dos contemplados nessa primeira etapa do Lajeado e receberá atenção especial: “será um bairro modelo, nele serão executadas as redes de água e de esgoto, serviços de drenagem e macrodrenagem, que significam o alargamento do canal do Igarapé Lajeado. Estamos terminando a drenagem da rede de água para poder começar a terraplanagem e depois iniciarmos a pavimentação”, explica Ruan Benevides, engenheiro que atua no projeto.

De acordo com a engenheira civil responsável pelo projeto, Rosiane Oliveira, além Novo Tempo, têm frentes de serviços também nos bairros Tropical e Ipiranga atuando com esgotamento sanitário. “A gente tem recebido muito o apoio da comunidade, que já estava ansiosa por essas melhorias no saneamento”, acrescenta Rosiane sobre a boa relação da comunidade com a obra.

1ª Etapa do Lajeado

O Lajeado faz parte do Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap). Ele está dividido em duas etapas, a primeira tem duração de 18 meses, foi iniciada em junho de 2021 e contemplará obras de esgotamento sanitário, micro e macrodrenagem, viárias e urbanísticas.

O projeto é desenvolvido com recursos próprios do município. Ao final de todas as suas execuções e etapas, o projeto beneficiará cerca de 90 mil pessoas. Mais informações sobre o Lajeado estão disponíveis no site do Prosap (clique aqui).

Parque Urbano do Lajeado

Quem passa pela PA-160, nas proximidades do bairro Novo Tempo, já visualiza o avanço também das obras do Parque Urbano do Lajeado. Em área de 28 mil metros quadrados, o parque oferecerá estruturas diversas para o lazer da população. Duas quadras poliesportivas, quiosques e áreas administrativas do parque estão em ritmo acelerado de obra.

Texto: Karine Gomes

Fotos: Elienai Araújo

O Novo Tempo é um dos dez bairros contemplados pelo projeto e receberá infraestrutura completa

 

O projeto de obras múltiplas que prevê a revitalização do Igarapé Lajeado avança em seu cronograma. É grande o impacto visual causado pelas escavações, terraplanagem e outros serviços realizados por máquinas e profissionais que trabalham nos bairros da primeira etapa de obras.

 

A parceria da comunidade tem sido fundamental para o desenvolvimento dos serviços. “Nós moramos em uma área que não é fácil trabalhar a infraestrutura dela. Agora chegou o nosso momento, estamos com uma expectativa muito boa”, afirma o aposentado Augusto Ferreira, que mora no Novo Tempo há 14 anos. Segundo ele, o bairro nunca foi asfaltado e a comunidade sempre sofreu em período chuvoso.

O Novo Tempo é um dos contemplados nessa primeira etapa do Lajeado e receberá atenção especial: “será um bairro modelo, nele serão executadas as redes de água e de esgoto, serviços de drenagem e macrodrenagem, que significam o alargamento do canal do Igarapé Lajeado. Estamos terminando a drenagem da rede de água para poder começar a terraplanagem e depois iniciarmos a pavimentação”, explica Ruan Benevides, engenheiro que atua no projeto.

De acordo com a engenheira civil responsável pelo projeto, Rosiane Oliveira, além Novo Tempo, têm frentes de serviços também nos bairros Tropical e Ipiranga atuando com esgotamento sanitário. “A gente tem recebido muito o apoio da comunidade, que já estava ansiosa por essas melhorias no saneamento”, acrescenta Rosiane sobre a boa relação da comunidade com a obra.

1ª Etapa do Lajeado

O Lajeado faz parte do Programa de Saneamento Ambiental, Macrodrenagem e Recuperação de Igarapés e Margens do Rio Parauapebas (Prosap). Ele está dividido em duas etapas, a primeira tem duração de 18 meses, foi iniciada em junho de 2021 e contemplará obras de esgotamento sanitário, micro e macrodrenagem, viárias e urbanísticas.

O projeto é desenvolvido com recursos próprios do município. Ao final de todas as suas execuções e etapas, o projeto beneficiará cerca de 90 mil pessoas. Mais informações sobre o Lajeado estão disponíveis no site do Prosap (clique aqui).

Parque Urbano do Lajeado

Quem passa pela PA-160, nas proximidades do bairro Novo Tempo, já visualiza o avanço também das obras do Parque Urbano do Lajeado. Em área de 28 mil metros quadrados, o parque oferecerá estruturas diversas para o lazer da população. Duas quadras poliesportivas, quiosques e áreas administrativas do parque estão em ritmo acelerado de obra.

Texto: Karine Gomes

Fotos: Elienai Araújo

Pesquisadores de todo mundo, em especial os da África do Sul, estão correndo para entender melhor como age a nova cepa (B.1.1.529) do coronavírus, batizada de ômicron, e notificada como “variante de preocupação”. Uma prioridade máxima é segui-la mais de perto à medida que se espalha. Ela foi identificada pela primeira vez em Botsuana no início deste mês e os cientistas estão tentando entender as suas características, se ela pode evitar respostas imunes das vacinas e se pode causar covid-19 de forma mais ou menos grave do que as outras cepas.

“Há muita coisa que não entendemos sobre essa variante”, diz o médico de doenças infecciosas da Universidade de KwaZulu-Natal Richard Lessells em Durban, África do Sul, em uma coletiva de imprensa organizada pelo departamento de Saúde do país na quinta-feira (25). “O perfil de mutação nos preocupa, mas agora precisamos trabalhar para entender o significado dessa variante e o que ela significa para a resposta à pandemia”, relata a revista Nature.

Os cientistas detectaram a B.1.1.529 em dados de sequenciamento de genomas de Botsuana e a variante se destacou por conter mais de 30 alterações na proteína spike — a proteína do SARS-CoV-2 que reconhece as células hospedeiras e é o principal alvo das respostas imunes do corpo. Muitas das mudanças foram encontradas em variantes como a delta e a alfa e estão ligadas à maior possibilidade de infecção e à capacidade de escapar de anticorpos bloqueadores de infecções.

A ômicron na África do Sul

O alarme entre os pesquisadores foi disparado por conta do aumento acentuado nos casos da variante ômicron na província de Gauteng, na África do Sul, que abriga Joanesburgo. Os casos aumentaram rapidamente na província em novembro, particularmente nas escolas e entre os jovens, segundo Lessells.

O sequenciamento do genoma e outras análises genéticas de uma equipe liderada pelo pesquisador brasileiro da Universidade de KwaZulu-Natal Tulio de Oliveira revelaram que a variante B.1.1.529 foi responsável por todas as 77 amostras do vírus analisadas de Gauteng coletadas entre 12 e 20 de novembro. A análise de centenas de amostras está em andamento.

Evidências preliminares desses testes sugerem que a variante ômicron se espalhou consideravelmente além de Gauteng. “Isso nos traz a preocupação de que essa variante já possa estar circulando bastante no país”, aponta Lessells.

Resposta às vacinas

Pesquisadores da África do Sul mobilizaram esforços para estudar rapidamente a variante beta, identificada no final de 2020, e um esforço semelhante está sendo feito para investigar a B.1.1.529. Eles planejam testar a capacidade do vírus de escapar de anticorpos bloqueadores de infecções, bem como de outras respostas imunológicas.

O virologista da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo, África do Sul, Penny Moore, cujo laboratório está medindo o potencial da variante de evitar a imunidade desencadeada pelas vacinas e infecções anteriores, aponta que contaminações foram relatadas na África do Sul entre pessoas que receberam qualquer um dos três tipos de vacinas em uso no país, da Johnson & Johnson, Pfizer-BioNTech e Oxford-AstraZeneca. Dois viajantes em quarentena em Hong Kong que testaram positivo para a nova variante foram vacinados com a Pfizer. Um indivíduo tinha viajado da África do Sul e o outro foi infectado durante a quarentena do hotel.

A equipe de Moore também vai avaliar se a B.1.1.529 causa covid-19 de forma mais ou menos grave do que a produzida por outras variantes, disse Lessells. “A questão chave vem em torno da gravidade da doença”, diz o cientista.

Também não é possível dizer ainda se variante é mais transmissível do que a delta, diz Moore, porque atualmente há um número baixo de casos de covid-19 na África do Sul. A pesquisadora Aris Katzourakis, que estuda a evolução do vírus na Universidade de Oxford, no Reino Unido, ressalta que países onde a delta é altamente prevalente devem estar atentos a sinais da presença da B.1.1.529. “Precisamos ver o que esse vírus faz em termos de sucesso competitivo e se ele aumentará a prevalência”, explica. (Fonte: Rede Brasil)

 

A Black Friday é uma importante data do comércio americano que entrou no calendário brasileiro de uns anos para cá. Ela acontece sempre no dia 27 de novembro no Brasil, desde quinta-feira o comércio local de Parauapebas se preparou para a grande black Friday, que alguns dizem que é um ensaio para a temporada de compras  do natal.

Como surgiu a Black Friday? 

O termo Black Friday foi usado pela primeira vez por policiais da Filadélfia nos anos 50, quando uma multidão de turistas e compradores chegou à cidade no dia seguinte ao feriado de Ação de Graças para aproveitar as promoções do comércio local. 

A  Rua do Comércio se preparou para a Black Friday

Com o caos causado pelo grande número de pessoas andando nas ruas, e diante do engarrafamento na cidade, os policiais precisaram redobrar o trabalho durante o dia. Por isso, os policiais rotularam aquela dia como Black Friday. O nome ganhou fama e, no final dos anos 80,  já era conhecido em toda a América e vinculado às vendas pós o dia de Ação de Graças. A Black Friday teve origem nos Estados Unidos e acontece sempre na sexta-feira após o Dia de Ação de Graças. Embora não seja um feriado oficial, muitas pessoas estão de folga do trabalho e, para aproveitar a ocasião, as lojas abaixam o preço dos produtos para aumentar o faturamento. Além disso, a data também dá início à temporada de compras para o Natal como já havíamos falado. 

 

O público saiu da casa e conferiu as promoções da Black Friday eu um shopping de Parauapebas

Já no Brasil, Black Friday 2021 teve faturamento total de R$ 5,419 bilhões, crescimento de 5,8% em faturamento na comparação com o ano passado, de acordo com levantamento realizado pela Neotrust a partir do número total de compras realizadas via e-commerce, capturados desde a 0h de quinta-feira (25) até as 23h59 de sexta-feira (26).

A prática de compras  eletronicamente em Parauapebas aumentaram muito  nos últimos anos nas classes “A” e “B”, mas a visita tradicional ao shopping e à rua do Comércio na ultima semana no município, lojas todas enfeitadas para chamar a atenção ofereceriam descontos de 10 à 70% e o público gostou muito.

A comerciária Ana Oliveira disse que as vendas foram muito satisfatórias

Em um Shopping da cidade o fluxo de pessoas foi demasiadamente grande, pode-se ver corredores lotados. A comerciária Ana Oliveira disse que a black Friday esteve muito produtiva pois a mesma já havia atingido sua meta de vendas. “ A black Friday é muito boa tem muita gente vindo ao shopping para conferir os preços e as promoções” disse a vendedora.

Max Oliveira disse que foi a um shopping da cidade conferir a Black Friday

 O analista de sistemas Max Oliveira, disse que fez questão de conferir de perto as promoções pois todo ano costuma vir para o “queima” da black Friday. “As vezes não queremos vir devido a grande demanda de pessoas, mas este ano foi tranquilo”. Disse o jovem cliente.    

  

 Matéria: Da Redação

 

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